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Descrição
Intérprete Associado: Olly, Juli
Intérprete Associado: Olly
Produtor, intérprete associado: Juli
Letrista e Compositor: Federico Olivieri
Compositor: Jvluien Boverod
Engenheiro de mixagem e masterização: Marco Vialardi
Letra e tradução
Original
E non vado fino in fondo nelle cose da un po', come un palombaro che faccio tutto a caso, un po' ci riesco, un po' no.
Che maleducato, maledetto me che lascio caos dove metto le mani, come gli americani, gli incendi e gli uragani.
Volevo questa vita che però non sento mia, mi sento un elefante dentro una cristalleria.
Alzo il volume della radio, abbasso il finestrino e cambio l'aria, la mano controvento fa un elettrocardiogramma, che detto proprio chiaro, ho il timore che sia piatto.
A me, che cerco un segno dentro al fondo di un caffè, che perdo tempo a stare al mondo senza un perché, che manderei tutto a puttane, ma non ci riesco, ci metto tutto me stesso.
Ma giro attorno a sta rotonda da mezz'ora e sto in silenzio anche se penso a squarciagola, ma quelli come me fanno finta che non sia dura, non sia in salita, che sia tutta vita.
Oh, sai, ci vuole coraggio a buttarsi in amore, dove fare silenzio è a suo modo un rumore.
Cerco trucchi e codici, però non ne usciamo, siamo un paio di forbici, uniti separiamo.
E mi sa che non respiro fino in fondo da un po', boh, sarà che ti amo o lo smog di Milano.
E mi sei piovuta addosso senza mane però, boh, sarà stato un caso o il cambiamento climatico.
A me, che cerco un segno dentro al fondo di un caffè, ci metto tutto me stesso.
Ma giro attorno a sta rotonda da mezz'ora e sto in silenzio anche se penso a squarciagola, ma quelli come me fanno finta che non sia dura, non sia in salita, che sia tutta vita.
E anche se dentro a me c'è questa baraonda, qui c'è un silenzio che mi rida a squarciagola, che quelli come me fanno finta che non sia dura, non sia in salita, che sia tutta vita!
Tradução em português
E faz um tempo que não vou ao fundo das coisas, como um mergulhador que faz tudo ao acaso, às vezes consigo, às vezes não.
Que rude, maldito seja quem deixa o caos onde quer que ponha as mãos, como os americanos, incêndios e furacões.
Eu queria essa vida mas não sinto que ela seja minha, me sinto um elefante dentro de uma vidraçaria.
Aumento o volume do rádio, abro a janela e mudo o ar, minha mão contra o vento faz um eletrocardiograma, que para ficar claro, tenho medo que esteja achatado.
Para mim, que procuro uma placa no fundo do café, que perco tempo estando no mundo sem motivo, que estragaria tudo, mas não consigo, me dedico totalmente.
Mas já faz meia hora que ando nesta rotunda e fico calado mesmo pensando em voz alta, mas gente como eu finge que não é difícil, não é difícil, que é tudo vida.
Ah, você sabe, é preciso coragem para se lançar no amor, onde o silêncio é, à sua maneira, um barulho.
Procuro truques e códigos, mas não conseguimos sair dessa, somos uma tesoura, unidos nos separamos.
E acho que já faz algum tempo que não respiro fundo, bem, talvez seja porque amo você ou a poluição de Milão.
E você choveu sobre mim sem qualquer ajuda, mas, bem, deve ter sido uma coincidência ou uma mudança climática.
Para mim, que procuro uma placa no fundo de um café, me dedico totalmente.
Mas já faz meia hora que ando nesta rotunda e fico calado mesmo pensando em voz alta, mas gente como eu finge que não é difícil, não é difícil, que é tudo vida.
E mesmo que exista esse caos dentro de mim, aqui existe um silêncio que me faz rir alto, que pessoas como eu fingem que não é difícil, que não é difícil, que é tudo vida!