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Descrição
Intérprete Associado: Olly, Juli
Intérprete Associado: Olly
Artista Associado, Produtor: Juli
Compositor e letrista: Federico Olivieri
Compositor: Julien Boverod
Engenheiro de Masterização, Engenheiro de Mixagem: Marco Vialardi
Letra e tradução
Original
Tra qualche anno mi vedo su un'amaca sotto un baobab, solo e fuori dai radar, ma su techetechete, a ballare merengue con una dominicana con la dentiera che balla, ma con un bel décolleté.
Con i miei occhiali da sole, le tapas con il guacamole per colazione, a tutte le ore, a fare l'amore sopra una panca piana per la ripetizione, ma con un po' di fiatone e magari due nipoti che mi corrono attorno con la mia canna da pesca e l'esca nel gilet.
I miei tatuaggi ormai saranno macchie d'inchiostro, ma so che in fondo mi ricorderanno che sì, ne è valsa la pena, che pena, però. . .
Sì, ne è valsa la pena, che pena, però io ti prometto che sarà bellissimo tornare a quei ricordi là, sì, a quei ricordi là. Che brivido!
Di quelli che non puoi spiegare, come nel mare aperto quando tira forte il vento, tu lascia che sia bellissimo, bellissimo.
Mi daranno per spacciato un po' come il cocoricò, ma sarò spaparanzato con un cocco sul comò e mi cercheranno, ma farò le orecchie da mercante, da sopra un pedalò con un panino e le ciabatte. Urca!
A cercare moglie ad un corso di zumba o a giocarmi tutto quello che oggi nulla, finirà così perché un giorno avrò capito che ci sono momenti che non puoi scordare, come le chitarre prima di un concerto, tutte quelle notti perse a litigare e poi tutte le mattine nello stesso letto.
E se c'è qualcosa da dimenticare, nonostante tutto me lo tengo stretto.
Sì, ne vale la pena, che pena, però ti prometto che sarà bellissimo tornare a quei ricordi là, sì, a quei ricordi là.
Che brivido!
Di quelli che non puoi spiegare, come nel mare aperto quando tira forte il vento, tu lascia che sia bellissimo, bellissimo.
Ne vale la pena, pena, però.
Ne vale la pena, pena. . .
Tradução em português
Daqui a alguns anos me vejo numa rede debaixo de um baobá, sozinha e fora do radar, mas no techetechete, dançando merengue com uma dominicana dançante de dentadura postiça, mas com um lindo decote.
Com meus óculos escuros, tapas com guacamole no café da manhã, a qualquer hora, fazendo amor em uma bancada plana para repetir, mas com um pouco de falta de ar e talvez dois sobrinhos correndo ao meu redor com minha vara de pescar e isca no colete.
Minhas tatuagens já serão manchas de tinta, mas sei que no fundo elas vão me lembrar que sim, valeu a pena, mas que dor. . .
Sim, valeu a pena, que dor, mas te prometo que será maravilhoso voltar para aquelas lembranças de lá, sim, para aquelas lembranças de lá. Que emoção!
Daquelas você não consegue explicar, como em mar aberto quando o vento sopra forte, você deixa ser lindo, lindo.
Eles vão me dar um caso perdido como o cocoricò, mas estarei esparramado com um coco na cômoda e eles vão me procurar, mas vou fazer ouvidos moucos, em cima de um pedalinho com um sanduíche e chinelos. Uau!
Procurar uma esposa numa aula de zumba ou tocar tudo que hoje nada, vai acabar assim porque um dia terei entendido que há momentos que não dá para esquecer, como os violões antes de um show, todas aquelas noites perdidas discutindo e depois todas as manhãs na mesma cama.
E se há algo para esquecer, apesar de tudo eu me apego a isso.
Sim, vale a pena, que dor, mas te prometo que será maravilhoso voltar para aquelas lembranças de lá, sim, para aquelas lembranças de lá.
Que emoção!
Daquelas você não consegue explicar, como em mar aberto quando o vento sopra forte, você deixa ser lindo, lindo.
Vale a pena, mas vale a pena.
Vale a pena, vale a pena. . .