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HIVER-ÉTÉ

3:02rap francês 2026-02-13

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Descrição

Compositor: Provokind

Compositor: Ariano

Letra e tradução

Original

Welcome to la Marseillaise.
Sahbi ma twich ala chi haja ma hachtichach, ma t7ess bel talba ila ma daktichach.
Plein de soucis, mes yeux j'les ouvre à peine.
J'fais toujours tout à perte, on fumait tôt l'matin. Et j'm'endors tôt l'matin, la compte de son père.
Nous, on a presque tout raté.
Hein, moi, ils attendent tous ma perte.
Nouveaux ennemis, des nouveaux toutes les cinq minutes.
All eyes on me, épuisé par le haine, mon teh sans l'Amérique, ça croit qu'j'ai des détruits à la cynophile.
Ils pensent tous que je mène cette vie, dure sans remettre au bout du fil.
Soit la réussite, soit j'ressors le meilleur prix du kill. J'diminue, plus d'batterie, plus motif, terminus.
À vie le sourire, -j'simule et. . .
-J'vois la misère d'hiver en été, ils ont jamais su qui j'étais. Nan, nan, nan, j'peux pas tous les pardonner.
Et, j'vois la misère d'hiver en été, ils ont jamais su qui j'étais.
Nan, nan, -nan, j'peux pas tous les pardonner.
-Je coupe tout l'hiver, au printemps, les anges m'ont guetté.
Sacrifie tous mes automnes, tant que ma mère passe un bel été. J'ai fait ce que j'ai fait, aux yeux d'mon Dieu, j'suis endetté.
C'est pas parce que j'ai l'sourire que j'ai quelque chose à fêter.
J'connais la blanche comme j'connais le bédo.
C'est facile pour moi de finir traficanté dans mon ghetto.
J'suis en claquettes, elle est en p'tite robe. Pourquoi elle voudrait de moi?
Pourquoi non, j'voudrais d'un micro?
Et, j'vois la misère d'hiver en été, ils ont jamais su qui j'étais.
Nan, nan, nan, -j'peux pas tous les pardonner.
-Et, j'vois la misère d'hiver en été, ils ont jamais su qui j'étais. Nan, nan, nan, j'peux pas tous les pardonner.
Le temps passe si vite, moi, j'aimerais faire pause.
Cette fille me joue des tours, j'suis victime d'une hypnose.
En bendo, j'ai vu toutes sortes de choses.
Des visages déchiquetés, des personnes -tranchantes comme les pines d'une rose.
-Et, j'vois la misère d'hiver en été, ils ont jamais su qui j'étais.
Nan, nan, nan, j'peux pas tous les pardonner.
Et, j'vois la misère d'hiver en été, ils ont jamais su qui j'étais.
Nan, nan, nan, j'peux pas tous les pardonner.
Et, hey!

Tradução em português

Bem-vindo à Marselhesa.
Sahbi ma twich ala chi haja ma hachtichach, ma t7ess bel talba ila ma daktichach.
Cheio de preocupações, mal abro os olhos.
Sempre faço tudo com prejuízo, fumamos de manhã cedo. E eu adormeço de manhã cedo, conta o pai dele.
Quase perdemos tudo.
Ei, eles estão todos esperando pela minha queda.
Novos inimigos, novos a cada cinco minutos.
Todos os olhos voltados para mim, exaustos de ódio, meu sem a América, parece que destruí como um cachorro.
Todos acham que levo essa vida, difícil sem ligar.
Ou sucesso ou obtenho o melhor preço pela morte. Estou diminuindo, chega de bateria, chega de padrão, fim disso.
Para a vida o sorriso, -simulo e. . .
-Vejo a miséria do inverno no verão, nunca souberam quem eu era. Não, não, não, não posso perdoar todos eles.
E vejo a miséria do inverno no verão, eles nunca souberam quem eu era.
Não, não, não, não posso perdoar todos eles.
-Cortei o inverno todo, na primavera os anjos me vigiaram.
Sacrifique todos os meus outonos, desde que minha mãe tenha um bom verão. Eu fiz o que fiz, aos olhos do meu Deus, estou em dívida.
Não é porque tenho um sorriso que tenho algo para comemorar.
Conheço o branco como conheço o bedo.
É fácil para mim acabar traficado no meu gueto.
Eu estou de chinelos, ela está de vestidinho. Por que ela iria me querer?
Por que não, eu gostaria de um microfone?
E vejo a miséria do inverno no verão, eles nunca souberam quem eu era.
Não, não, não, não posso perdoar todos eles.
-E, vejo a miséria do inverno no verão, nunca souberam quem eu era. Não, não, não, não posso perdoar todos eles.
O tempo passa tão rápido que gostaria de fazer uma pausa.
Essa garota está me pregando peças, sou vítima de hipnose.
No bendo, vi todo tipo de coisa.
Rostos irregulares, pessoas tão afiadas quanto os espinhos de uma rosa.
-E, vejo a miséria do inverno no verão, nunca souberam quem eu era.
Não, não, não, não posso perdoar todos eles.
E vejo a miséria do inverno no verão, eles nunca souberam quem eu era.
Não, não, não, não posso perdoar todos eles.
E, ei!

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