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Descrição
Vocalista principal: Dinar Tantowi Riyanto
Segundo vocalista: Marcellinus Yoga Maheshwara
Segundo vocalista: Vedhar Pranata Jati
Segundo vocalista: Egi Virjawan
Produtor: Iga Massardi
Engenheiro de masterização: Chipta Gunawan Mohammad da Stone Deaf Music
Editora musical: Alarm Records
Compositor, letrista: Dinar Tantowi Riyanto
Compositor: Marcellinus Yoga Maheshwara.
Compositor: Vedhar Pranata Jati.
Compositor: Ahmad Tubagus Prabowo.
Compositor: Restu Prabawa Hendra Winarna
Compositor: Kristian Gratia Piero Simanjuntak.
Letra e tradução
Original
Calling back at the dead tree, when the roots held the ground and trees.
Every breath that's keeping the breeze.
No shadow from where once was crew. Echoes fade from those fields anew.
Hands are empty, cracks on my skin.
Here we wait and wonder what future will be.
What will our tale then say?
We are dust beneath the sky.
Crimson gaze from evil's eye.
Shivers into the void.
Sun towards rise, rivers decay. Ants and giants rage, heavens betrayed.
Earth marked with us, born as we pray.
What will remain when the silence bleeds?
What will our tale then name?
We are dust beneath the sky.
Crimson gaze from evil's eye.
Future in here is a ruse.
If not us, then who?
Silence see what we see, we will take our dead as to me.
When love's gone, she comes to me. We must rise or cease to be.
Tomorrow's tidy, unveil the night. Could not see what seems to be.
Tree by tree, the choice is free. But the cost is eternity.
We are dust beneath the sky.
Crimson gaze from evil's eye.
Future in here is a ruse.
If not us, then who?
Tradução em português
Chamando de volta a árvore morta, quando as raízes seguravam o chão e as árvores.
Cada respiração que mantém a brisa.
Nenhuma sombra de onde antes estava a tripulação. Os ecos desaparecem desses campos novamente.
As mãos estão vazias, rachaduras na minha pele.
Aqui esperamos e nos perguntamos qual será o futuro.
O que dirá então a nossa história?
Somos poeira sob o céu.
Olhar carmesim do olho do mal.
Estremece no vazio.
Sol nascendo, rios decaem. Formigas e gigantes se enfurecem, os céus são traídos.
Terra marcada conosco, nasce enquanto oramos.
O que restará quando o silêncio sangrar?
Qual será o nome da nossa história?
Somos poeira sob o céu.
Olhar carmesim do olho do mal.
O futuro aqui é um estratagema.
Se não nós, então quem?
Silêncio, veja o que vemos, levaremos nossos mortos para mim.
Quando o amor se vai, ela vem até mim. Devemos ascender ou deixar de existir.
Amanhã está arrumado, desvenda a noite. Não foi possível ver o que parece ser.
Árvore por árvore, a escolha é livre. Mas o custo é a eternidade.
Somos poeira sob o céu.
Olhar carmesim do olho do mal.
O futuro aqui é um estratagema.
Se não nós, então quem?