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Descrição
Produtor: Ekrem Düzgünoğlu
Compositor: Ekrem Düzgünoğlu
Letrista: Ekrem Düzgünoğlu
Arranjador: Ekrem Düzgünoğlu
Letra e tradução
Original
Ağlar sazım, ağlar yaralı tellerim.
Perde perde ateş döken dökene, döken dökene, döken dökene. . .
Ayl poyraz benle işin ne senin?
Gönlüme ateşi döken dökene, döken dökene, döken dökene.
Harlayıp harlayıp kara kazanı, sineme kızgın yağ döken dökene, döken dökene.
Harlayıp harlayıp kara kazanıp sineme kızgın yağ döken dökene, döken -dökene.
-Her adım bir gurbet, her gurbet yoksunluk demek.
Bir geceye kaç ızdırap sığar çocuk?
Biz ağlamayı yoldaş, derdimizi katık bildik ve bundandır bakışımızdaki gariplik.
Biz her mızraba perde perde türkü olduk.
Döküldük bir hazdan gam olduk, söz olduk.
Gülistana girdim, güller kurumuş.
Dallarına hazan döken dökene, döken dökene, döken dökene. . .
Efkârım bağrımda zülfikar olmuş.
Parça parça kanım döken dökene, döken dökene, döken dökene.
Gariplik ömrüme yoldaşım olmuş.
Yolların ucunu kesen kesene, kesen kesene.
Gariplik ömrüme yoldaşım olmuş.
Yolların ucunu kesen kesene, kesen kesene.
Tradução em português
Meu instrumento chora, minhas cordas feridas choram.
Cortinas, cortinas, fogo derramando nos derramadores, derramando nos derramadores, derramando nos derramadores. . .
Ayl Poyraz, o que você está fazendo comigo?
Para quem derramou fogo em meu coração, para quem derramou, para quem derramou.
Para quem derrama o caldeirão preto, o óleo quente no meu peito, para quem derrama, para quem derrama.
Para quem derrama, para quem derrama, para quem derrama, para quem derrama óleo quente em meu peito.
-Cada passo significa estranheza, cada estranheza significa privação.
Quanto sofrimento cabe em uma noite, criança?
Aprendemos a chorar como camaradas, a aumentar os nossos problemas, e é por isso que a nossa aparência é estranha.
Tornamo-nos uma canção folclórica em cada palheta.
Caímos de prazer, ficamos tristes, nos tornamos promessas.
Entrei no roseiral, as rosas estavam secas.
Para quem derrama sobre seus galhos, para quem derrama, para quem derrama. . .
Meus pensamentos se tornaram zulfiqar em meu coração.
Para quem derrama meu sangue em pedaços, para quem o derrama, para quem o derrama.
A estranheza tem sido minha companheira durante toda a minha vida.
Para aqueles que cortam os fins das estradas, para aqueles que cortam as estradas.
A estranheza tem sido minha companheira durante toda a minha vida.
Para aqueles que cortam os fins das estradas, para aqueles que cortam as estradas.