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Descrição
Produtor: Julian Bernal
Compositor: Pedro Juan Vázquez Bragan
Compositora Letrista: Leticia Pelliccione
Compositor Letrista: Michael Rincón Padilla
Compositor Letrista: Julian Bernal
Letra e tradução
Original
Ya acabó la espera, tengo el agua en la tetera con canela y hierba buena.
Hoy están floreciendo coralillos.
Se acabó el martirio, eh, esto es un idilio. Ya yo tengo plan pa' tu domingo, oh.
Ven pa' mi terraza, le echamo' agua a las matas.
Tomamo' un solcito y a las cinco tá' en tu casa. Ven pa' mi terraza, riégame las matas.
Ha llovío poquito desde la última semana.
Pa' mi amor y ta, ta, ta, quiero to' los días. Todos los placeres inician por la boquita.
Si yo pudiera vivir como una hedonista, que na' pase factura y no esperar pa' tu visita. Yo soy de por la mañana, vueltecita la pijama.
Riégame la palma areca y después la trinitaria.
Consumo por la ventana pa' verte frente a mi entrada. Llega la cayena, mira qué divina y se ve desde la cama.
Ven pa' mi terraza, le echamo' agua a las matas.
Tomamo' un solcito y a las cinco tá' en tu casa. Ven pa' mi terraza, riégame las matas.
Ha llovío -poquito desde la última semana. -Tú pon el tiesto, traigo la manguera.
Agüita pa' tus plantas y tus caderas.
'Tás linda y soltera, mera, que yo te quiero comer en contra de la nevera.
Subiendo las escaleras te desabotono, el calor se siente sin capa de ozono. No juegues conmigo, no soy un Sega.
'Tás buena y te corono, Amelia Vega. Mis domingos son sagrados, dulces como mantecado.
Tú tienes lo que he buscado, flores verdes y morado.
Dime que le caigo en carro o bicicleta. Me gusta cómo te ven tacos y chancletas.
No necesito un traje de Óscar de la Renta si te ves como quieres, más rica a los treinta.
Te mojo las petunias y las suculentas. Mojito con azúcar y matita de menta.
Ven pa' mi terraza, le echamo' agua a las matas.
Tomamo' un solcito y a las cinco tá' en tu casa. Ven pa' mi terraza, riégame las matas.
Ha llovío poquito desde la última semana.
A ver si me abren la puerta cuando les traiga.
Tradução em português
A espera acabou, tenho a água no bule com canela e hortelã.
Hoje os corais estão florescendo.
O martírio acabou, ei, isso é um idílio. Eu já tenho um plano para o seu domingo, oh.
Venha ao meu terraço, vamos jogar água nos arbustos.
Vamos tomar um solzinho e às cinco horas estaremos na sua casa. Venha ao meu terraço, regue meus arbustos.
Choveu um pouco desde a semana passada.
Pelo meu amor e ta, ta, ta, eu quero todos os dias. Todos os prazeres começam pela boquinha.
Se eu pudesse viver como um hedonista, que isso não cobrasse seu preço e não esperasse pela sua visita. Eu sou de manhã, coloque o pijama novamente.
Regue-me a areca e depois a trinitária.
Eu consumo pela janela para ver você na minha entrada. A pimenta caiena chega, olha que divina e dá para ver da cama.
Venha ao meu terraço, vamos jogar água nos arbustos.
Vamos tomar um solzinho e às cinco horas estaremos na sua casa. Venha ao meu terraço, regue meus arbustos.
Choveu – um pouco – desde a semana passada. -Você coloca a panela, eu trago a mangueira.
Agite nas solas dos pés e nos quadris.
'Você é linda e solteira, mera, quero te comer contra a geladeira.
Subindo as escadas eu desabotoo você, o calor é sentido sem a camada de ozônio. Não brinque comigo, não sou Sega.
'Você é boa e eu te coroo, Amelia Vega. Meus domingos são sagrados, doces como biscoitos amanteigados.
Você tem o que eu procurava, flores verdes e roxas.
Diga-me que vou de carro ou de bicicleta. Gosto da maneira como os saltos altos e os chinelos ficam em você.
Não preciso de um terno Oscar de la Renta se você tiver a aparência que deseja, mais rico aos trinta.
Molhei suas petúnias e suculentas. Mojito com açúcar e hortelã.
Venha ao meu terraço, vamos jogar água nos arbustos.
Vamos tomar um solzinho e às cinco horas estaremos na sua casa. Venha ao meu terraço, regue meus arbustos.
Choveu um pouco desde a semana passada.
Vamos ver se eles abrem a porta para mim quando eu os trouxer.