Mais músicas de Melendi
Descrição
Produtor: José de Castro
Escritor: Ramón Melendi
Letra e tradução
Original
Bueno, en estos tiempos de crisis, amigos
Agudicemos el ingenio, yo por ejemplo
Pues, como no sé, lo que, lo que va a durar la música
Que nos va a acontecer el futuro
He montado una empresa, y el anuncio, pues
Que he puesto en los periódicos más o menos dice
Una cosa, una cosa así,
Se venden perros pilotos, robaos en las ferías
Ladrones con y sin media
Se besan sapos, se peinan calvos
Soldamos parejas rotas
Gastamos dotes y herencias
Y hacemos cenas de idiotas
Sacamos perros y al dueño
Enderezamos torcidos
Garantizamos el sueño
Siempre que este usted dormido y
Cuidamos mujeres casadas, domamos a suegras
Hacemos oídos sordos salimos por peteneras
Contacte con nosotros en esta dirección
Amigos de la crisis punto com
Se venden motocicletas pero sin cicletas
Y luego, tararicorneta
Y si te he visto yo no me acuerdo
Escribo en el techo deudas
Pasamos luego a pintarlo
Y fuera todas las pellas
Sacamos perros y al dueño
Enderezamos torcidos
Garantizamos el sueño
Siempre que este usted dormido y
Cuidamos mujeres casadas, domamos a suegras
Hacemos oidos sordos salimos por peteneras
Contacte con nosotros en esta dirección
Amigos de la crisis punto com
Contacte con nosotros en esta dirección
Amigos de la crisis punto com
Contacte con nosotros en esta dirección
Amigos de la crisis
Tradução em português
Bem, nestes tempos de crise, amigos
Vamos aguçar nossa engenhosidade, eu por exemplo
Bem, já que eu não sei quanto tempo a música vai durar
O que vai acontecer conosco no futuro?
Eu montei uma empresa, e o anúncio, bem
O que coloquei nos jornais diz mais ou menos
Uma coisa, uma coisa assim,
Cães pilotos à venda, roube-os em feiras
Ladrões com e sem meia
Eles beijam sapos, penteiam os cabelos
Soldamos casais quebrados
Gastamos dotes e heranças
E fazemos jantares idiotas
Tiramos os cachorros e o dono
Nós endireitamos torto
Nós garantimos o sono
Sempre que você está dormindo e
Cuidamos das mulheres casadas, domamos as sogras
Fazemos ouvidos moucos, saímos por peteneras
Contate-nos neste endereço
Amigos da crise pontocom
Vende-se motocicletas, mas não há bicicletas
E então, tararicorneta
E se eu te vi não me lembro
Eu escrevo dívidas no teto
Depois passamos a pintá-lo
E todas as pelotas
Tiramos os cachorros e o dono
Nós endireitamos torto
Nós garantimos o sono
Sempre que você está dormindo e
Cuidamos das mulheres casadas, domamos as sogras
Fazemos ouvidos moucos, saímos por peteneras
Contate-nos neste endereço
Amigos da crise pontocom
Contate-nos neste endereço
Amigos da crise pontocom
Contate-nos neste endereço
Amigos da crise