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Descrição
Produtor: José de Castro
Roteiro: Ramón Melendi Espina
Letra e tradução
Original
Cada vez que te veo de frente
Tú me dices que se acabó
Pero después dice la gente que mientes, que
Te vieron con ese mamón
No digas nada más, ya no, no
Porque hoy doy rienda suelta a la locura y si me cura la cabeza
Venga, ponme otra cerveza
Y una doble ración de certeza
De si tengo o no tengo razón
Tú eres la mano que mece la cuna
Yo soy el pie que la pata metió
Tu corazón, un hueso de aceituna
El mío en rebajas siempre de ocasión
Hoy atraco en los bares
Fui polizón del piercing de tu ombligo
Y paso de quererte para engordar
Tu lista de enemigos
Yo antes era un calavera
Y ahora aquí en mi habitación
Viendo una telenovela, cualquiera, nena, se me cae el lagrimón
No digas nada más, ya no, no
Porque hoy doy rienda suelta a la locura y si me cura la cabeza
Venga ponme otra cerveza
Y una doble ración de certeza
De si tengo o no tengo razón
Tú eres la mano que mece la cuna
Yo soy el pie que la pata metió
Tu corazón un hueso de aceituna
El mío en rebajas siempre de ocasión
Hoy atraco en los bares
Fui polizón del piercing de tu ombligo
Y paso de quererte para engordar
Tu lista de enemigos
Y es que ahora estamos en un punto muerto, en un laberinto
Yo me consuelo con el vino tinto
Mientras te paseas con ese mamón
Tú eres la mano que mece la cuna
Yo soy el pie que la pata metió
Tu corazón un hueso de aceituna
Y el mío en rebajas siempre de ocasión
Hoy atraco en los bares
Fui polizón del piercing de tu ombligo
Y paso de quererte para engordar
Tu lista de enemigos
Y es que tú siempre te quedas el río
Mientras a mí me lleva la corriente
Yo soy el que se queda con la capa y tú, los poderes
A mí me pilla siempre la tormenta
Mientras que tú robas la luz a un rayo
Tú eres la que siempre pide la cuenta y soy yo el que pago
Tradução em português
Toda vez que vejo você na frente
Você me diz que acabou
Mas então as pessoas dizem que você mente, que
Eles viram você com aquele otário
Não diga mais nada, não mais, não
Porque hoje dou rédea solta à loucura e se ela cura minha cabeça
Vamos, me dê outra cerveja
E uma dose dupla de certeza
Se eu estou certo ou não
Você é a mão que balança o berço
Eu sou o pé que estragou
Seu coração, um caroço de azeitona
O meu está sempre à venda
Hoje eu roubo os bares
Eu me afastei do seu piercing no umbigo
E eu passei de te amar a engordar
Sua lista de inimigos
Eu costumava ser uma caveira
E agora aqui no meu quarto
Assistindo uma novela, qualquer um, amor, minhas lágrimas caem
Não diga mais nada, não mais, não
Porque hoje dou rédea solta à loucura e se ela cura minha cabeça
Vamos, me dê outra cerveja
E uma dose dupla de certeza
Se eu estou certo ou não
Você é a mão que balança o berço
Eu sou o pé que estragou
Seu coração é um caroço de azeitona
O meu está sempre à venda
Hoje eu roubo os bares
Eu me afastei do seu piercing no umbigo
E eu passei de te amar a engordar
Sua lista de inimigos
E agora estamos num impasse, num labirinto
Eu me consolo com vinho tinto
Enquanto você anda com aquele otário
Você é a mão que balança o berço
Eu sou o pé que estragou
Seu coração é um caroço de azeitona
E o meu está sempre à venda
Hoje eu roubo os bares
Eu me afastei do seu piercing no umbigo
E eu passei de te amar a engordar
Sua lista de inimigos
E você sempre fica no rio
Enquanto a corrente me leva
Sou eu quem fica com a capa e você, os poderes
A tempestade sempre me pega
Enquanto você rouba a luz do relâmpago
Você é quem sempre pede a conta e eu quem paga