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Descrição
Às vezes, as ruas familiares de repente se tornam estranhas. As mesmas paredes, as mesmas xícaras na prateleira - só o ar é diferente, mais pesado, como se alguém tivesse desligado o som da vida e deixado apenas o farfalhar da chuva. Antigamente tudo isso se chamava "nós", mas agora até o pronome se desfaz em pedaços, como uma fotografia antiga sem moldura. A música tem aquela estranha calma que vem depois da tempestade: já não dói, mas ainda não é fácil. Você simplesmente deixa ir, porque não consegue mais segurar. Queria que a chuva levasse tudo - palavras, promessas, rastros no vidro. E se a memória permanecer, que seja ao menos boa, sem arestas. Afinal, nem toda história precisa terminar bem. Às vezes, basta respirar fundo e deixar acabar. Letras: Patrick Kumor, Roxana Wengel, Kevin Mcley, Maria Dzenceljak, Carla Fernandes Produção: Hotel Torino MIX/Master: Hotel Torino Distribuição: Electronic Music. Artista: Roxana Węgiel Mglej Maquiagem: Klaudia Jóźwiak. Cabeleireiro: Maximilian Malarz Estilo: Konrad Slawinski. Direção/Montagem: David Ziemba Produtores: Artur Stronczek, Kuba Kapala, Kevin Mgley Produção: MIND PRODUCTIONS Iluminação/Câmera: Piotr Olejniczak Equipamento de luz - mídia aberta Equipe de Roxy: Klaudia Dłużak, Bartek Łoś
Letra e tradução
Original
Znasz tu każdy kąt, a przez ciche dni zapominasz nas.
Nieznajomy wzrok, obcy dotyk rąk. Czy to nadal ja?
Może to właśnie dziś w końcu powiesz mi, że już nie czujesz nic i rozpadnie się nasz świat.
I chociaż będzie mi brak, zapomnę, jeśli się da naszą codzienność.
Co jeszcze musi się stać, żebyś powiedział mi w twarz, że wszystko jedno?
Niech spadnie już deszcz, nie będę się bać.
Nie rozliczę Cię z tych słów.
Pamiętaj nas tak jak ja.
Nasz był cały świat, a ja byłam kimś, kogo chciałeś znać.
W te zwyczajne dni powtarzałeś, że zawsze będzie tak.
Powiedz, czy to był błąd? Czy Ty kochałeś jak ja?
I czego miałeś już dość skoro dziś wolisz być sam? Już wiem, że kogoś masz. Już wiem.
I chociaż będzie mi brak, zapomnę jeśli się da naszą codzienność.
Co jeszcze musi się stać, żebyś powiedział mi w twarz, że wszystko jedno?
Niech spadnie już deszcz, nie będę się bać.
Nie rozliczę Cię z tych słów. Pamiętaj nas tak jak ja.
I chociaż będzie mi brak, zapomnę, jeśli się da naszą codzienność.
Co jeszcze musi się stać, żebyś powiedział mi w twarz, że wszystko jedno?
Niech spadnie już deszcz, nie będę się bać.
Nie rozliczę Cię z tych słów. Pamiętaj nas tak jak ja.
Tradução em português
Você conhece todos os cantos daqui, e nos dias tranquilos você se esquece de nós.
Um olhar estranho, um estranho toque de mãos. Ainda sou eu?
Talvez hoje você finalmente me diga que não sente mais nada e que nosso mundo desmoronará.
E embora sinta sua falta, irei, se puder, esquecer nossa vida cotidiana.
O que mais precisa acontecer para você me dizer na minha cara que isso não importa?
Deixe chover agora, não terei medo.
Não vou responsabilizá-lo por essas palavras.
Lembre-se de nós como eu.
O mundo inteiro era nosso e eu era alguém que você queria conhecer.
Naqueles dias normais você ficava dizendo que seria sempre assim.
Diga-me, foi um erro? Você amou como eu?
E do que você já se cansou se hoje prefere ficar sozinho? Eu já sei que você tem alguém. Eu já sei.
E embora sinta sua falta, esquecerei, se possível, nosso cotidiano.
O que mais precisa acontecer para você me dizer na minha cara que isso não importa?
Deixe chover agora, não terei medo.
Não vou responsabilizá-lo por essas palavras. Lembre-se de nós como eu.
E embora sinta sua falta, irei, se puder, esquecer nossa vida cotidiana.
O que mais precisa acontecer para você me dizer na minha cara que isso não importa?
Deixe chover agora, não terei medo.
Não vou responsabilizá-lo por essas palavras. Lembre-se de nós como eu.