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Descrição
O amor às vezes parece um campo de batalha, onde, em vez de flores, há fragmentos de silêncio e olhares frios. Aqui, não são as palavras que ferem, mas as pausas; não são os golpes, mas a respiração ao lado. Em um segundo, a sensação de que tudo acabou; no outro, a esperança de que ainda há pelo que lutar. Como um sonho acordado: ora você cai no abismo, ora volta a arder no fogo. E mesmo que Shakespeare tenha escrito o final há muito tempo, ainda assim queremos permanecer neste drama por mais tempo.
Letra: Szymon Paduszyński, Mimi Wyżyńska
Música: Szymon Paduszyński
Mixagem e masterização: Radek Baranowski
Foto: Michał Pawusz
Letra e tradução
Original
Wiem, każde z nas
Bez mrugnięcia okiem
Rzuciłoby się w ogień
Zabawne, że
Siebie mamy dość
I kaleczy mnie twój wzrok
Cisza aż wrzeszczy
A chłód od Ciebie bije tak jak pięści
To boli
Nic mi się nie śni
Historię naszą już opisał Szekspir
Wiem, że
Nie skończy dobrze się
Nie skończy dobrze się
Nie widzisz, wiem
Ja też kruszę mur
Samej z sobą jest mi źle
Daj jeszcze dzień
Nie istnieje brzask
Jeśli go nie mąci cień
Jak sen na jawie
Zabiorę Cię w odległe miejsca
Gdzie znów
Zapłoną ognie
Nie zmusi nic nas żeby przestać
Niech więc
Nie kończy nigdy się
Nie kończy nigdy się
Znów czuję, że
Jest się o co bić
Do ostatniej kropli krwi
Tradução em português
Eu sei, cada um de nós
Sem piscar um olho
Ele se jogaria no fogo
Engraçado isso
Estamos fartos um do outro
E seus olhos me machucam
O silêncio grita
E o frio vem de você como punhos
Dói
não estou sonhando nada
Nossa história já foi descrita por Shakespeare
eu sei disso
It won't end well
Não vai acabar bem
Você não pode ver, eu sei
Estou quebrando a parede também
Eu me sinto mal comigo mesmo
Dê outro dia
Não há amanhecer
Se ele não for perturbado pela sombra
Como um sonho
Eu vou te levar para lugares distantes
Onde novamente
Incêndios acenderão
Nada nos fará parar
Então deixe
Isso nunca acaba
Isso nunca acaba
Eu sinto isso de novo
Há algo pelo que lutar
Até a última gota de sangue