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Descrição
Produtor: Chanela Clicka
Letra e tradução
Original
Toíta llena de flores tiene mi mai la terraza.
Que brillen con tanta gracia. No hay en España balcones como el que tiene mi casa.
La alegría de mi plaza va alegrando corazones.
En corral las callejones de Santa Cruz a Triana no tienen tantos colores, ni aromas, ni los sabores de cuando guisa mi mamá.
Me dicen malandro y orgulloso soy bandido por llegar donde he llegado y haber nacido en el barrio, siempre a Dios agradecido.
Yo nunca estuve solito, mi mai me dio nueve hermanos.
Siempre fuimos millonarios, con frijoles y arrocito compartíamos el llanto, las risas y buenos ratos, la cama, ropa y el frío.
Si había que dar puñetazos, siempre estuvieron conmigo.
No van pa'trás ni a balazos. Cuando me vieron descalzo, me dieron sus zapaticos.
Me dicen malandro y orgulloso soy bandido por llegar donde he llegado y haber nacido en el barrio, siempre a Dios agradecido.
Le pido a Dios me perdone por to' lo malo que he sido.
No solo me he arrepentido, es que ahora soy otro hombre.
Parezco mi yo de niño, voy peleando a nudillos, ya no salgo con puñales.
Cargo heridas de bandido y el corazón de cantante, con el alma en pedacitos, dejando atrás el delito pa' darle paz a mi madre.
Me dicen malandro y orgulloso soy bandido por llegar donde he llegado y haber nacido en el barrio, siempre a Dios agradecido.
Ya soy bueno, pero nunca se me quitó lo caliente.
Yo solo saco los dientes si es por una causa pura.
No presumo de valiente, es orgullo que a mi gente le cuide mi cara oscura.
Cuando dañan mi ternura, mi furia se hace presente pa' dar paso a la locura y con la fuerza de un Miura pongo paz aunque me duele.
Me dicen malandro y orgulloso soy bandido por llegar donde he llegado y haber nacido en el barrio, siempre a Dios agradecido.
Me dicen malandro y orgulloso soy bandido por llegar donde he llegado y haber nacido en el barrio, siempre a Dios agradecido.
Olee. Coño, coño.
Tradução em português
Toíta cheia de flores tem meu terraço.
Deixe-os brilhar com tanta graça. Não há varandas em Espanha como a da minha casa.
A alegria da minha praça está alegrando os corações.
No curral, as vielas de Santa Cruz a Triana não têm tantas cores, aromas ou sabores como quando minha mãe cozinha.
Me chamam de bandido e sou bandido orgulhoso por ter chegado onde cheguei e por ter nascido no bairro, sempre grato a Deus.
Nunca estive sozinho, minha mãe me deu nove irmãos.
Sempre fomos milionários, com feijão e arroz dividíamos o choro, as risadas e os bons momentos, a cama, a roupa e o frio.
Se fosse preciso dar socos, eles estavam sempre comigo.
Eles não voltam nem com balas. Quando me viram descalço, me deram os sapatos.
Me chamam de bandido e sou bandido orgulhoso por ter chegado onde cheguei e por ter nascido no bairro, sempre grato a Deus.
Peço a Deus que me perdoe por todas as coisas ruins que tenho feito.
Não apenas me arrependi, mas agora sou um homem diferente.
Pareço com a minha infância, luto com os nós dos dedos, não saio mais com adagas.
Carrego as feridas de bandido e o coração de cantor, com a alma em pedacinhos, deixando o crime para trás para dar paz à minha mãe.
Me chamam de bandido e sou bandido orgulhoso por ter chegado onde cheguei e por ter nascido no bairro, sempre grato a Deus.
Já estou bem, mas minha gostosura nunca foi embora.
Só arranco os dentes se for por uma causa pura.
Não me orgulho de ser corajoso, é um orgulho que meu povo cuide do meu rosto moreno.
Quando prejudicam minha ternura, minha fúria se faz presente para dar lugar à loucura e com a força de um Miura trago a paz mesmo que me machuque.
Me chamam de bandido e sou bandido orgulhoso por ter chegado onde cheguei e por ter nascido no bairro, sempre grato a Deus.
Me chamam de bandido e sou bandido orgulhoso por ter chegado onde cheguei e por ter nascido no bairro, sempre grato a Deus.
Olé. Buceta, buceta.