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Descrição
Lançado em: 07/10/2002
Letra e tradução
Original
Quieto, quieto, quietos anos.
Tudo igual.
América. Extinção. Quieto, quieto, quietos anos.
Tudo igual. Extinção.
Quietos, quietos, quietos anos.
Jesus está por vir, mas o diabo já está aqui.
Quinhentos anos o Brasil é uma vergonha. Polícia fuma pedra, moleque fuma maconha.
Dona cegonha entrega mais uma princesa, mais uma boca com certeza que vem à mesa. Onde cabe um, dois, cabe três.
A dificuldade entra em cena outra vez.
Enquanto isso, o playboy folgado anda assustado, deve tá pagando algum erro do passado.
Assalto, sequestro, é só o começo. A senzala avisou, mauricinho hoje paga o preço.
Sem adereço, desconto ou perdão. Quem tem vida decente não precisa usar oitão. Tão, tão, tão. Pelo amor de
Deus, pelo amor de Deus, pelo amor de Deus.
É, doutor, seu Titanic afundou. Quem ontem era a caça, hoje, pá, é o predador.
Que cansou de ser o ingênuo, humilde e pacato.
Empapuçou, virou bandido e não deixa barato. Se atacou e foi pra rua buscar.
Confere se não tá abrindo o seu frigobar na sala de estar, assistindo um DVD com a sua esposa de refém esperando você.
Quer sair do compensado e ir pruma mansão com piscina digna de um patrão.
Com vários cão de guarda, Rottweiler e dama socialite de favela estilo Cali.
Quer jantar com cristal e talheres de prata, comprar vinte pares de sapato e gravata.
Possuir igual você tem um Fokker 100. Ter também na garagem dois Mercedes-Benz.
Voar de helicóptero à beira-mar. Armani e Hugo Boss no guarda-roupa pra variar.
Presentear a mulher com brilhantes. Dar gargantilha dezoito pra amante.
Como agravante, a ostentação. O que ele sonha até então tá na sua mão.
De desempregado a homem de negócio. Pulou o muro, já era, agora é o novo sócio.
Sócio, sócio, sócio, sócio, sócio, sócio, sócio, sócio
Tradução em português
Quieto, quieto, quietos anos.
Tudo igual.
América. Extinção. Quieto, quieto, quietos anos.
Tudo igual. Extinção.
Quietos, quietos, quietos anos.
Jesus está por vir, mas o diabo já está aqui.
Quinhentos anos o Brasil é uma vergonha. Polícia fumou pedra, moleque fumou maconha.
Dona cegonha entrega mais uma princesa, mais uma boca com certeza que vem à mesa. Onde cabe um, dois, cabe três.
A dificuldade entra em cena outra vez.
Enquanto isso, o playboy folgado e assustado, deve tá pagando algum erro do passado.
Assalto, sequestro, é só o começo. A senzala avisou, mauricinho hoje paga o preço.
Sem adereço, desconto ou perdão. Quem tem vida decente não precisa usar oitão. Tão, tão, tão. Pelo amor de
Deus, pelo amor de Deus, pelo amor de Deus.
É, doutor, seu Titanic afundou. Quem ontem foi a caça, hoje, pá, é o predador.
Que cansou de ser o ingênuo, humilde e pacato.
Empapuçou, virou bandido e não deixa barato. Se atacou e foi pra rua buscar.
Confira se não está abrindo o seu frigobar na sala de estar, exibindo um DVD com sua esposa de refém esperando você.
Quer sair do compensado e ir pruma mansão com piscina digna de um patrão.
Com vários cão de guarda, Rottweiler e dama socialite de favela estilo Cali.
Quer jantar com cristal e talheres de prata, compre vinte pares de sapato e gravata.
Possuir igual você tem um Fokker 100. Ter também na garagem dois Mercedes-Benz.
Voar de helicóptero à beira-mar. Armani e Hugo Boss não guardam roupas pra variar.
Apresentar uma mulher com traição. Dar gargantilha dezoito pra amante.
Como agravante, a ostentação. O que ele sonha até então tá na sua mão.
De sempregado a homem de negócio. Pulou o muro, já era, agora é o novo sócio.
Sócio, sócio, sócio, sócio, sócio, sócio, sócio, sócio