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Ojos Que No Ven

3:09flamenco urbano, flamenco 2026-02-27

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Descrição

Produtor: CURRO

Produtor: D.Caba

Letra e tradução

Original

Otra noche en un bar en la que me sincero.

Hay colillas en el suelo y no se puede fumar.

Quiero esa libertad para hacer lo que quiero, pa decirte te quiero y no beber nunca más.

Me voy buscando sentarme con alguien que llene el hueco que tengo acá.

Me he rodeado solo de cobardes y algún cobarde sí me sentará. Quiero contarle to lo que he pasado, que me aconseje a sentir ya.

Así con la excusa me pide otra copa y con otra copa yo me voy a echar.

Otra noche en un bar en la que me sincero.

Hay colillas en el suelo y no se puede fumar.

Quiero esa libertad para hacer lo que quiero, pa decirte te quiero y no beber nunca más. Llegan las doce, tengo la barra ready pa el recuerdo.

Me visto lo que tienen puesto ahí en la tele y dice que Piscis no llega hasta enero.

El camarero sirve la última gota que apoderará mis pechos. Tengo un billete pa la tumba y no lo sabe.

Otra batalla con ella cuerpo con cuerpo.

Otra noche en un bar en la que me sincero.

Hay colillas en el suelo y no se puede fumar.

Quiero esa libertad para hacer lo que quiero, pa decirte te quiero y no beber nunca más.

He salido del bar y ya no me sincero.

No hay colillas en el suelo y se puede fumar.

Tengo esa libertad para hacer lo que quiero, pa no decirte te quiero.

Todo tiene su final.

He salido del bar y ya no me sincero.

No hay colillas en el suelo y se puede fumar.

Tengo esa libertad para hacer lo que quiero, pa no decirte te quiero.

Todo tiene su final.

Tradução em português

Outra noite em um bar onde sou honesto.

Há pontas de cigarro no chão e você não pode fumar.

Quero essa liberdade de fazer o que eu quiser, de dizer que te amo e nunca mais beber.

Estou procurando sentar-me com alguém que preencha a lacuna que tenho aqui.

Eu me cerquei apenas de covardes e algum covarde vai me fazer sentar. Quero te contar o que passei, me aconselhar a sentir agora.

Então com a desculpa ele me pede outro drink e com outro drink eu vou deitar.

Outra noite em um bar onde sou honesto.

Há pontas de cigarro no chão e você não pode fumar.

Quero essa liberdade de fazer o que eu quiser, de dizer que te amo e nunca mais beber. Chega meio-dia, tenho o bar pronto para as lembranças.

Visto o que tem na TV e diz que Peixes só chega em janeiro.

O garçom serve a última gota que vai tomar conta dos meus seios. Tenho uma passagem para o túmulo e ele não sabe disso.

Outra batalha corpo a corpo.

Outra noite em um bar onde sou honesto.

Há pontas de cigarro no chão e você não pode fumar.

Quero essa liberdade de fazer o que eu quiser, de dizer que te amo e nunca mais beber.

Saí do bar e não sou mais honesto.

Não há pontas de cigarro no chão e você pode fumar.

Tenho essa liberdade de fazer o que quero, para não dizer que te amo.

Tudo tem seu fim.

Saí do bar e não sou mais honesto.

Não há pontas de cigarro no chão e você pode fumar.

Tenho essa liberdade de fazer o que quero, para não dizer que te amo.

Tudo tem seu fim.

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