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25 AÑOS

5:50flamenco, pop flamenco 2025-12-25

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Descrição

Produtor: Miguel Campello

Produtor: Josué Ronkio

Produtor: Guilherme Quero

Letra e tradução

Original

Ya pasaron veinticinco años, como pasaron trescientos meses, como nueve mil y pico días de poesía.

De encontrarte cuando el sol se pierde, musa que solo duermes de día, que soy más del campo que las flores y que el aire que respiras.

Que llegué a Madrid como si fuera, y en mi nave a un extraño planeta.

No sé si habrá oxígeno en este lugar, pero a mí me da igual.

Porque yo soy el astronauta, tengo mi casa en las estrellas.

Me voy contigo donde tú vayas, donde tú quieras.

Que yo te voy a echar de menos mientras siga ya acordándome de ti, de lo lejos de la calle, de lo cerca que se esconde el aire cuando tú no estás.

Se me está llenando el tiempo de maldita soledad, que no tocara llorar, que no tocara reír.

Si no sabes dónde vas, por qué tiras por ahí?

Y hay que vivir como tú quieras y a tu manera.

Y quiero que no llores y quiero que te rías.

Y en la sombra, en tu mirar, y en la sombra de tus ojos, pa' volver a empezar.

Y hay que arar el camino.

Yo te ayudo a sembrar, tú me das sol y agua, y agua pa'l amor y vino, y agua pa'l amor y vino.

Vino, vino, vino y se fue, pero es que vino.

Y el sol en el camino, desde mi norte hasta el sur, y un pedacito de cielo donde se esconde la luz, donde si quiero, me muero.

Y aunque el camino se quede sin luz, y aunque la cuerda se rompa, y aunque quedan sueños que están por cumplir, y aunque la vida sea corta. . .

Y antes del cielo, y antes de darnos la vida, fuimos senderos, fuimos curando las heridas.

Y hay que vivir como tú quieras y a tu manera.

Y quiero que no llores y quiero que te rías.

Y antes farola, y antes del cielo, y antes de darnos la vida, y antes de darnos, fuimos senderos.

Cuando el silencio no pueda verte, los días de la carreta van a llegar.

Mis primos, mis padres, pa' la feria van.

Y que mi niño canta desde muy pequeño, desde que las mentiras no son sueños, desde que las mentiras no son sueños, desde que. . .

Todas las rosas del parque en Triana te las has llevado sin decirme nada.

Me enseñé a vivir por ti y a llorar cuando no estabas.

Traiste de vivir y al final fue lo importante.

Tira pa' adelante, tira pa' adelante, tira pa' atrás.

Se tambalea, está colgado de un hilo y se tambalea.

Si nadie en los suspiros se ahogan las penas, y él piensa que tiene y no tiene nada.

Y tantas calles por andar, tantas cosas por vivir, que yo me he dao' media vuelta, a mí me ha dao', por sonreír.

Ya pasaron veinticinco años, como pasaron trescientos meses, como nueve mil y pico días de poesía.

Tradução em português

Vinte e cinco anos se passaram, assim como trezentos meses se passaram, como se fossem nove mil dias de poesia.

Para te encontrar quando o sol se põe, pense que você só dorme de dia, que eu sou mais do campo do que das flores e do ar que você respira.

Que cheguei a Madrid como se fosse, e na minha nave para um planeta estranho.

Não sei se há oxigênio neste lugar, mas não me importo.

Porque sou o astronauta, tenho a minha casa nas estrelas.

Eu vou com você onde você for, onde você quiser.

Que sentirei sua falta enquanto continuar a me lembrar de você, de quão longe da rua, de quão perto o ar se esconde quando você não está.

Meu tempo está sendo preenchido com uma maldita solidão, não é hora de chorar, não é hora de rir.

Se você não sabe para onde está indo, por que está indo para lá?

E você tem que viver como quiser e do seu jeito.

E eu quero que você não chore e quero que você ria.

E na sombra, no seu olhar, e na sombra dos seus olhos, para recomeçar.

E a estrada deve ser arada.

Eu te ajudo a semear, você me dá sol e água, e água para amor e vinho, e água para amor e vinho.

Veio, veio, veio e foi embora, mas veio.

E o sol na estrada, do meu norte ao sul, e um pedacinho de céu onde a luz se esconde, onde se eu quiser posso morrer.

E embora o caminho fique sem luz, e embora a corda se rompa, e embora haja sonhos que ainda não foram realizados, e embora a vida seja curta. . .

E antes do céu, e antes de nos dar a vida, éramos caminhos, éramos curando as feridas.

E você tem que viver como quiser e do seu jeito.

E eu quero que você não chore e quero que você ria.

E antes do poste, e antes do céu, e antes de nos dar a vida, e antes de nos dar, éramos caminhos.

Quando o silêncio não puder te ver, chegarão os dias da carroça.

Meus primos, meus pais, vão à feira.

E que meu filho canta desde muito pequeno, já que mentira não é sonho, já que mentira não é sonho, desde então. . .

Você pegou todas as rosas do parque de Triana sem me contar nada.

Aprendi sozinho a viver para você e a chorar quando você não estava por perto.

Você tentou viver e no final foi o importante.

Puxe para frente, puxe para frente, puxe para trás.

Balança, está pendurado por um fio e balança.

Se ninguém afogar suas mágoas em seus suspiros, e ele achar que tem e não tem nada.

E tantas ruas para percorrer, tantas coisas para vivenciar, que me virei, me doeu, sorrir.

Vinte e cinco anos se passaram, assim como trezentos meses se passaram, como se fossem nove mil dias de poesia.

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