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Capa da faixa Mar antiguo

Mar antiguo

3:31rock em espanhol Álbum Astronomía Razonable 1993-10-20

Mais músicas de El Último De La Fila

  1. Como un burro amarrado en la puerta del baile
  2. Lápiz y tinta
  3. Remando sobre el polvo
  4. El que canta su mal espanta
  5. Hierbas de Asia
  6. Astronomía razonable
Todas as músicas

Descrição

Viola: Andrew Brown

Baixo: Antonio Fidel

Violoncelo: Caroline Dale

Violino: Christopher Warren Green

Misturador, Produtor: David Tickle

Percussão: Hossam Ramzy

Engenheiro: Ian Cooper

Bateria: Juan Carlos García

Percussão e voz: Manolo García

Guitarra, Teclados, Produtor: Quimi Portet

Violino: Rosemary Furniss

Arranjadora: Caroline Dale

Escritor: Manuel García García-Pérez

Escritor: Quimi Portet

Letra e tradução

Original

Dejé la estepa, cansado y aturdido

Pasto de la ansiedad

No hay otros mundos, pero sí hay otros ojos

Aguas tranquilas en las que fondear

Mar antiguo, madre salvaje

De abrigo incierto que acuna el olivar

Unge mi alma confusa y triste

Ojos azules en los que naufragar

Te he echado tanto de menos

Patria pequeña y fugaz

Que al llegar, cruel del norte, el huracán

No se apague en tu puerto el hogar

Mar antiguo, madre salvaje

En tus orillas, de rodillas, rezaré

Tierra absurda que me hizo absurdo

Nostalgia de un futuro azul en el que anclar

Triste, cansado, con los viejos amigos

El vino y el cantar

Mientras quede un olivo en el olivar

Y una vela latina en el mar

Viejos dioses olvidados

Mantenednos libres de todo mal

Mar antiguo, dios salvaje

De la encina y del gris olivar

Tradução em português

Saí da estepe, cansado e atordoado

Grama de ansiedade

Não existem outros mundos, mas existem outros olhos

Águas calmas para ancorar

Mar antigo, mãe selvagem

Do abrigo incerto que embala o olival

Unja minha alma confusa e triste

Olhos azuis nos quais afundar

Eu senti tanto a sua falta

Pátria pequena e fugaz

Quando chega o furacão, cruel do norte,

Não desligue na sua porta de origem

Mar antigo, mãe selvagem

Nas suas margens, de joelhos, rezarei

Terra absurda que me fez absurdo

Nostalgia por um futuro azul no qual ancorar

Triste, cansado, com velhos amigos

Vinho e canto

Enquanto houver oliveira no olival

E uma vela latina no mar

Velhos deuses esquecidos

Mantenha-nos livres de todo mal

Mar antigo, deus selvagem

Do carvalho e do olival cinzento

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