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Hierbas de Asia

3:53rock em espanhol Álbum Astronomía Razonable 1993-10-20

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Descrição

Baixo: Antonio Fidel

Misturador, Produtor: David Tickle

Percussão: Hossam Ramzy

Engenheiro: Ian Cooper

Bateria: Juan Carlos García

Vocal: Manolo García

Acordeão, Teclados: Nacho Lesko

Alaúde: Pedro Javier González

Guitarra, Teclados, Produtor: Quimi Portet

Compositor: Manuel García García-Pérez

Compositor: Quimi Portet

Letra e tradução

Original

Saber cosas que nadie sabe.

Errar contigo, mareaditos.

Te trajo el viento y te amé como un niño.

Eso no es gran cosa, pero algo hay que escribir.

Hierbas de Asia, de mil aromas.

Mezclado en ellos aún te espero.

Como un rey de ajedrez, torpe y absurdo, muere otra tarde gris de domingo.

Todo lo que hago es quererte.

Oh, oh.

He perdido el tiempo hundido en la prosa vil.

Improbables y venenos, regresan los mitos de ayer.

Oh, oh.

He perdido el tiempo que pasé lejos de ti.

Mientras cae la lluvia, a la luz de una vela, leo tus viejas cartas, mis viejas canciones.

Sol de invierno suaves, perdidos para siempre.

Risas que murieron con el viento helado.

Vuelve el oscuro animal que hay dentro de mí a pacer en el radiante atún del ayer.

Vuelve la canción que nos hizo enamorar y la noche más arrozil de tus besos.

Déjame oler en tu piel todo aquello que perdí. Oh, oh.

He perdido el tiempo hundido en la prosa vil.

Improbables y venenos, regresan los mitos de ayer. Oh, oh.

He perdido el tiempo que pasé lejos de ti.

Saber cosas que nadie sabe.

Errar contigo, mareaditos.

Prosa vil de la vida, su justificación, que los sueños devorren, locos y libres.

Tradução em português

Saiba coisas que ninguém sabe.

Errar com você, tonto.

O vento trouxe você e eu te amei como uma criança.

Isso não é grande coisa, mas algo precisa ser escrito.

Ervas da Ásia, com mil aromas.

Misturado neles ainda espero por você.

Como um rei do xadrez, desajeitado e absurdo, morre mais uma tarde cinzenta de domingo.

Tudo o que faço é amar você.

Ah, ah.

Perdi meu tempo me afogando em prosa vil.

Improváveis ​​e venenosos, os mitos de ontem regressam.

Ah, ah.

Perdi o tempo que passei longe de você.

Enquanto cai a chuva, à luz de uma vela, leio suas velhas cartas, minhas antigas canções.

Sol suave de inverno, perdido para sempre.

Risos que morreram com o vento gelado.

O animal escuro dentro de mim volta a pastar o atum radiante de ontem.

A música que nos fez apaixonar está de volta e a noite mais doce dos seus beijos.

Deixe-me cheirar na sua pele tudo o que perdi. Ah, ah.

Perdi meu tempo me afogando em prosa vil.

Improváveis ​​e venenosos, os mitos de ontem regressam. Ah, ah.

Perdi o tempo que passei longe de você.

Saiba coisas que ninguém sabe.

Errar com você, tonto.

A prosa vil da vida, sua justificativa, deixa os sonhos devorarem, loucos e livres.

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