Mais músicas de Maihuen de los Angeles
Descrição
Letrista: Christian Cortés Poblete
Letra e tradução
Original
¡Arreja!
¡Ija!
Tiki, tiki, tiki, tiki, tiki, tiki, tiki. ¡Allá va, allá va!
¡Allá va, allá va! A sacar los pañuelos de los padres, abuelita.
Claro, Francisco, y usted prepare el aro, ve.
Los pañuelos muy blanquitos, los al grande, los al chico.
El llanto profundo por un amorcito encuentra consuelo en un pañuelito.
¡Allá va, allá va!
Moreno pañuelo, pañuelo blanco me diste.
Moreno pañuelo, pañuelo para llorar.
Moreno -pañuelo, pañuelo para llorar. -Allá va, allá va.
Mi vida, déjeme, de qué me sirve el pañuelo, ahora que habla, de tu lado no he de estar.
Moreno pañuelo, -pañuelo blanco me diste. -¡Oh, dale, hombre!
Préstame tu pañuelo, moreno, para lavarlo.
-Dale, moreno. . . -Moreno en tu fina alma.
-Allá va, allá va. -Moreno, sabe secarlo.
Préstame tu pañuelo, -moreno, para lavarlo. -Allá va, allá va.
Sé secarlo, sí, -moreno, lo lavaré. -¡Oye, arrea!
-Moreno, en tu fina alma. -Una vez. . .
-Moreno, lo secaré. -Una vez. . .
Préstame tu pañuelo y devuélveme el consuelo.
¡Uuuuja!
Tradução em português
Arreja!
Haha!
Tiki, tiki, tiki, tiki, tiki, tiki, tiki. Lá vai, lá vai!
Lá vai, lá vai! Tire os lenços dos pais, vovó.
Claro, Francisco, e você prepara o aro, vai.
Os lenços bem brancos, os grandes, os pequenos.
O grito profundo por um amor encontra conforto num lenço.
Lá vai, lá vai!
Lenço marrom, lenço branco que você me deu.
Lenço marrom, lenço para chorar.
Moreno -lenço, lenço para chorar. -Lá vai ele, lá vai ele.
Minha vida, me deixe em paz, para que serve o lenço, agora que você está falando, não estarei do seu lado.
Lenço marrom, lenço branco que você me deu. -Ah, vamos, cara!
Empreste-me seu lenço, moreno, para lavá-lo.
-Vamos, morena. . . -Moreno na sua bela alma.
-Lá vai ele, lá vai ele. -Moreno, sabe secar.
Empreste-me seu lenço, de pele escura, para lavá-lo. -Lá vai ele, lá vai ele.
Eu sei secar, sim, marrom, vou lavar. -Ei, arrea!
-Moreno, na sua bela alma. -Uma vez. . .
-Moreno, vou secar. -Uma vez. . .
Empreste-me seu lenço e devolva-me meu conforto.
Opa!