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Descrição
Produtor: YoGangsta
Engenheiro de Gravação: Antonio Avilés
Mixador e engenheiro de masterização: Jairo Alberto Sanz Londoño
Letra e tradução
Original
Bebe, bebe. Bebe, bebe.
Yo, gangsta.
Bebe, bebe. Bebe, bebe.
'Tá empezando el año, me huele a aguardiente.
Cuando llega mayo, agua, aguardiente. Vacaciones en julio, el sol me caliente.
Este cuerpito pide que llegue bebiembre.
Bebe, bebe. Que llegue bebiembre.
Bebe, bebe. Que llegue bebiembre. Bebe, bebe. Que llegue bebiembre. Bebe, bebe.
Plaza azul, Don Perignon, no importa que cueste un riñón.
Ya no tengo ni pa'l Uber y mi amiga me dio un pum. Pum, pum, pum. Y mi amiga me dio un pum. Pum, pum, pum.
Pa' que siga el vacilón.
Ahora, bebé, no hace falta que me invites, que me lo sirvas doble y que me pongan el bíper. ¿El qué?
-El bíper. -¿El qué?
-El bíper.
-Hoy en botellas nos gastamos to' los tickets.
El bíper, el bíper, el bíper, el bíper, el bíper, el bíper, el bíper, el bíper, el -bíper. -¿El qué?
El bíper, el bíper, el bíper, el bíper, el bíper, el bíper, el bíper, el bíper, el bíper.
Ya llegó septiembre, es mi cumpleaños. Cuando vengo a bebe, bebo todo el año.
Este sexy body lo que pide es romo. Tomo, tomo, tomo, no importa si cómo.
Cuando llega octubre, bebo disfraza'. Sigo hasta bebiembre, ¡feliz Navidad!
I like it, I like it, I like it, I like it, I like it, I like it, I like it, I like it,
I like it, I like it, I like it, I like it, I like it, I like it, I like it.
Y ahora, con el permiso del maestro.
Okey, okey, okey, okey, okey.
Todo el que dice que no se emborracha, que me haga el paso del tornado.
Con el trago en la mano y dando vueltas, a la cuenta de tres. Uno, dos, tres. Se fue.
Tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado.
Tradução em português
Querido, querido. Querido, querido.
Eu, gangster.
Querido, querido. Querido, querido.
'O ano está começando, para mim cheira a conhaque.
Quando maio chegar, água, conhaque. Férias em julho, o sol me aquece.
Esse corpinho pede bebida para chegar.
Querido, querido. Deixe a bebida vir.
Querido, querido. Deixe a bebida vir. Querido, querido. Deixe a bebida vir. Querido, querido.
Praça Azul, Don Perignon, não importa se custa um rim.
Eu nem tenho mais Uber e meu amigo me deu um tapa. Bum, bum, bum. E meu amigo me deu um tapa. Bum, bum, bum.
Para que a hesitação continue.
Agora, querido, você não precisa me convidar, me sirva em dobro e coloque o pager em mim. O fato disso?
-O bip. -O fato disso?
-O bip.
-Hoje gastamos todos os ingressos em garrafas.
O bipe, o bipe, o bipe, o bipe, o bipe, o bipe, o bipe, o bipe, o bipe. -O fato disso?
O bipe, o bipe, o bipe, o bipe, o bipe, o bipe, o bipe, o bipe, o bipe.
Setembro chegou, é meu aniversário. Quando venho beber, bebo o ano todo.
O que esse body sexy pede é direto. Eu pego, eu pego, eu pego, não importa como.
Quando chega outubro, bebo disfarçado. Continuo até beber, feliz Natal!
Eu gosto, gosto, gosto, gosto, gosto, gosto, gosto, gosto,
Eu gosto, gosto, gosto, gosto, gosto, gosto, gosto.
E agora, com a permissão do professor.
Ok, ok, ok, ok, ok.
Qualquer um que disser que não fica bêbado deveria fazer o passo do tornado por mim.
Com a bebida na mão e girando, conte até três. Um dois três. Ele foi embora.
Tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado, tornado.