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Descrição
É como se um velho livro de história tivesse sido aberto na página em que a tinta há muito se espalhou devido ao vinho derramado e às lágrimas alheias. Lá estão as promessas que foram reescritas centenas de vezes, mas nunca cumpridas. Lá estão a culpa real e a culpa aparente, a parede e a espada - e nenhuma delas salva.
Há muito sangue aqui - metafórico, jornalístico, verdadeiro - e ainda mais perguntas. Parece que alguém queria muito aprender a lição, mas, em vez disso, folheava as anotações repetidamente, na esperança de passar. E depois se surpreendia que a dor continuava.
E, no entanto, há um calor estranho nesse som: como se sob os pés uma escada frágil de dias esquecidos não levasse para baixo, mas para algo luminoso. Mesmo que os passos tremam e a memória novamente seja reprovada no exame.
Letra e tradução
Original
Porque no hemos aprendido nada
Al final tendrá sentido
Repartirnos lo vivido y conservar
Las ganas
Que por esta vez la historia
Cargue contra la memoria y además
No duela
Porque no hemos aprendido nada
Por la culpa compartida
La real y la fingida, la pared
Y la espada
Que los días que se borran
Son peldaños a la gloria y yo también
Te quiero
Pero no hemos aprendido nada
Que no entiendan, que no hablen
Que me encuentres cuestionable
Que no sangre, que no sangre
Hay abrazos que no valen
Y en el día de la raza
Del espanto, de la estafa
Solo hay sangre, solo sangre
Tanta sangre
Porque no hemos aprendido
No hemos aprendido
No hemos aprendido nada
Tradução em português
Porque não aprendemos nada
No final fará sentido
Compartilhar o que vivenciamos e preservamos
O desejo
Que desta vez a história
Cobrar contra a memória e também
Não faz mal
Porque não aprendemos nada
Por culpa compartilhada
O verdadeiro e o falso, a parede
e a espada
Que os dias que são apagados
Eles são passos para a glória e eu também
eu te amo
Mas não aprendemos nada
Que eles não entendem, que não falam
Que você me acha questionável
Não deixe sangrar, não deixe sangrar
Há abraços que não valem a pena
E no Dia de Colombo
De horror, de fraude
Só há sangue, só sangue
tanto sangue
Porque não aprendemos
não aprendemos
Não aprendemos nada