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Descrição
O mundo das bonecas ganha vida - a porcelana fria e a argila de repente começam a respirar, rir e chorar. Por trás de sua pintura azulada escondem-se a dor, o desejo e a zombaria daqueles que estão acostumados a vê-las apenas como belas estatuetas. Aqui, a arte não tolera indiferença: ela atrai e assusta ao mesmo tempo, expõe o absurdo das expectativas alheias e quebra os papéis de “esposa, amante, mãe”. O final soa como uma fuga - as bonecas se livram dos rótulos e dançam sob a luz da lua, deixando o espectador sozinho com seus próprios fantasmas.
Letra e tradução
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