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Descrição
Essa faixa é como uma mola tensionada, esticada entre o desejo insuportável de ser e a dolorosa consciência de que isso é impossível. É como andar na ponta de uma faca, onde cada palavra é uma chance de destruir tudo, mas mesmo assim você quer continuar. As emoções transbordam, mas não há salvação nelas, apenas a necessidade incontrolável de ser compreendido, de estar perto, mesmo que isso destrua tudo.
Aqui, o amor e a dor se entrelaçam como fotos antigas e arranhadas, nas quais já é impossível distinguir o que era importante. A faixa mergulha em uma atmosfera de sentimentos complexos, onde não há forças para parar, mas ao mesmo tempo se sente o peso da responsabilidade por cada palavra, cada gesto. E nesse caos você continua esperando que ainda seja possível consertar tudo, que em algum lugar à frente haja um lugar onde tudo será mais fácil.
As mãos se estendem, mas as forças diminuem. A qualidade dessas palavras lembra a esperança perdida: cada vez que parece que é possível recuperar o que se foi, uma onda ainda maior de dúvidas se abate. E, no final, resta apenas uma coisa: reconhecer que amar também é a habilidade de deixar ir.
Letra e tradução
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