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Capa da faixa Contemplare il cielo attraverso le dita

Contemplare il cielo attraverso le dita

4:52cantor e compositor italiano 2026-05-01

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Descrição

Intérprete Associado, Produtor: Dimartino

Compositor e Letrista: Antonio Dimartino

Produtor: Roberto Cammarata

Engenheiro de Masterização e Mixagem: Ivan Antonio Rossi

Letra e tradução

Original

Che cosa me ne faccio di un giorno senza sole, di un'alba rosicata da un livido chiarore?

Se non so più capire il fine e la ragione per cui noi siamo vivi o è solo un'illusione.

Che cosa mi spaventa?

Forse la società, quell'arida pianura di promesse e foglie secche.

Imparare ad aprire una strada nel tempo per tornare bambini spostati dal vento.

Contemplare il cielo attraverso le dita e trovarsi da soli davanti all'immenso mistero.

La vita.

La vita.

Che cosa mi abbandona? Io non lo so capire.

Molecole appannate da un alito d'aprile.

La luce ci violenta, un cane se ne va e nell'arabata dura scoppia un aratro morente.

Imparare ad aprire una strada nel tempo per tornare bambini spostati dal vento.

Contemplare il cielo attraverso le dita, poi trovarsi da soli davanti all'immenso mistero.

La vita.

La vita.

Contemplavo il cielo attraverso le dita per non morire mai.

Per non morire mai.

Per non morire mai.

Tradução em português

O que faço com um dia sem sol, com uma madrugada roída por uma luz lívida?

Se eu não entendo mais o propósito e a razão pela qual estamos vivos ou é apenas uma ilusão.

O que me assusta?

Talvez a sociedade, essa planície árida de promessas e folhas secas.

Aprender a abrir um caminho ao longo do tempo para voltarmos a ser crianças movidas pelo vento.

Contemplar o céu pelos dedos e encontrar-se sozinho diante do imenso mistério.

Vida.

Vida.

O que me deixa? Eu não sei como entender isso.

Moléculas nubladas por um sopro de abril.

A luz viola-nos, um cão vai-se embora e na dura Arabata irrompe um arado moribundo.

Aprender a abrir um caminho ao longo do tempo para voltarmos a ser crianças movidas pelo vento.

Contemplar o céu através dos dedos e depois encontrar-se sozinho diante do imenso mistério.

Vida.

Vida.

Contemplei o céu através dos dedos para nunca morrer.

Para nunca morrer.

Para nunca morrer.

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