Mais músicas de Kaan Boşnak
Mais músicas de Anıl Piyancı
Descrição
Intérprete Associado: Kaan Boşnak e Anıl Piyancı
Compositor, intérprete associado, vocal e letrista: Kaan Boşnak
Letrista, vocal, intérprete associado e compositor: Anıl Piyancı
Produtor: Deniz Donat
Produtor: Can Serezli
Letra e tradução
Original
Bir adım attım şu ya dondu ayaklarım.
Aksilik bu ya, nasıl bitti rüya?
Bir ada yaz başından temmuzun ortasına.
Nereye gitti ya?
Kaybolan sadece ada değil, çocukluğum da orada olabilir.
Aramadan nasıl ortaya çıkabilir?
Daha ne kadar derine batabilir?
Günler gelip geçer de kanayan yara içeride.
Çatıdaki yağmuru kana kana içeride.
Günler gelip geçer de kanayan yara içeride.
Çatıdaki yağmuru kana kana içeride.
Çılgın gibi yağsın yağmur, biz çıkıp da sokaklara.
Islanalım, sarılalım, sırılsıklam olmak aşkla. Söz verelim yarın bir gün birbirimiz olmasak da.
Hırslanmak yok, kin tutmak yok, düşman olmak hayır asla. Gerçekten nefretlere doydum.
Gerçekten sevmek nedir oğlum? Bilmezler, her şey çıkar olmuş.
İrkince, iğrenç ve de korkunç. Sırtımdan vursunlar ne olur? Kıvrandım yıllardır doğru.
Kızgındım, miladım doldu. Yıllardır ne döndüm durdum.
Kaybolan sadece ada değil, çocukluğum da orada olabilir.
Aramadan nasıl ortaya çıkabilir?
Daha ne kadar derine batabilir?
Günler gelip geçer de kanayan yara içeride.
Çatıdaki yağmuru kana kana içeride.
Günler gelip geçer de kanayan yara içeride.
Çatıdaki yağmuru kana kana içeride.
Tradução em português
Dei um passo e meus pés congelaram.
Que infortúnio, como acabou o sonho?
Uma ilha desde o início do verão até meados de julho.
Para onde ele foi?
Não é só a ilha que está perdida, a minha infância também pode estar lá.
Como pode aparecer sem pesquisar?
Quão fundo pode afundar?
Os dias vêm e vão, mas a ferida sangrenta permanece lá dentro.
Lá dentro, absorvendo a chuva no telhado.
Os dias vêm e vão, mas a ferida sangrenta permanece lá dentro.
Lá dentro, absorvendo a chuva no telhado.
Deixe chover loucamente, vamos para as ruas.
Vamos nos molhar, vamos nos abraçar, nos encharcar de amor. Vamos prometer, mesmo que amanhã não estejamos juntos um dia.
Nada de ficar com raiva, nada de guardar rancor, nada de ser inimigo, nunca. Estou realmente farto do ódio.
O que é verdadeiramente amor, meu filho? Eles não sabem, tudo é para lucro.
É nojento, nojento e assustador. E se eles atirarem em mim pelas costas? Venho sofrendo há anos, é verdade.
Eu estava com raiva, estava desatualizado. Há anos que vou e volto.
Não é só a ilha que está perdida, a minha infância também pode estar lá.
Como pode aparecer sem pesquisar?
Quão fundo pode afundar?
Os dias vêm e vão, mas a ferida sangrenta permanece lá dentro.
Lá dentro, absorvendo a chuva no telhado.
Os dias vêm e vão, mas a ferida sangrenta permanece lá dentro.
Lá dentro, absorvendo a chuva no telhado.