Mais músicas de Charlie Brown Jr.
Descrição
Vinheta: União · Charlie Brown Jr.
Compositor Letrista: Chorão
Compositor Letrista: Champignon
Compositor Letrista: Thiago
Compositor Letrista: Marco Antonio Valentin Britto Junior
Compositor Letrista: Renato Peres Barrio
Compositor Letrista: Lerap
Compositor Letrista: Mikimba
Compositor Letrista: Bocão
Compositor Letrista: B.N
Compositor Letrista: Abelha
Compositor Letrista: DJ Wlad
Compositor Letrista: Kid Nice
Compositor Letrista: Eazy Nylon
Compositor Letrista: Alex F
Compositor Letrista: Dina Dee
Compositor Letrista: W Dee
Compositor Letrista: Aplick
Compositor Letrista: Adriano
Letra e tradução
Original
Dia 9 de abril de 1999.
Charlie Brown Júnior, disco dois.
-União, paz. -Do lado leste da periferia de São Paulo.
-DRS, São Mateus pra vida. -HC.
-CH. -DMC.
-Homens escrârios. -Charlie Brown Júnior.
-Raja de Santos. -Diretamente pra vocês, entrei em cena.
Qual é o problema? No hip-hop, no reggae, no rádio, no rock, não tem stop.
Passando a mensagem pros manos, nada de engano, só procedência.
A nossa firma é forte e você pode crer. Sou anti-paga pau, meu dilema é nacional.
Me apresento, sou Raja da família Charlie Brown. Eles não vão entender, não vão descobrir.
Dominado pela má vontade, tira esse cara de perto de mim.
Meu compadre que tu vai dar um pé pra ninguém, que vai consumir. Nosso cash na volta não mexe, não deixa o ato engolir.
Yeah, yeah. Eles não vão entender, não vão descobrir.
Dominado pela má vontade, tira esse cara de perto de mim.
Meu compadre que tu vai dar um pé pra ninguém, que vai consumir. Nosso cash na volta não mexe, não deixa o ato engolir. Yeah, yeah, yeah.
Não deixa o ato engolir. Não deixa o ato engolir.
Homem escrârio, eu sou do lado -leste. -Do lado leste.
É HC que chega, sim, que chega pra manter a letra, letra é a banca é classe A.
Aqui quem fala é HC,
HC,
HC, HC,
HC. Revolucionário, a letra fica pra você.
Não perde o crime, o crime é o crime, crime organizado.
Do lado leste, HC revolucionário bota a burguesia que nos aponta como marginal, homens criminal, mentes criminal, lavagem cerebral, morte cerebral, sistema central, cerebral.
É trilha sonora do gueto de leste, oeste, norte e sul. O negro vivendo os crimes, sua sobrevivência. Olha a carência.
Por aqui, por ali, só sangue que se vê.
Exu da periferia que não acredita, confia que não acredita. Confira para ver, para ver.
Por aqui, por ali, só sangue que se vê. Exu da periferia que não acredita, confia que não acredita.
Confira para ver, para ver. Plantão é flagrante, não. Plantão é flagrante, não.
Na boa, acendeu, virou fumaça, subiu pra cuca. Fim do silêncio, é menos crime.
Não deixa o malandro, que é malandro, sempre segue o ritmo da favela. E daí? Como é que é?
Rá, -rá, rá. Fogo na bomba.
-Não quero bebida, química, nada disso, minha beleza. Prefiro ficar na vida, sem desarrumar.
Um, dois, passa a bola, ladrão quer fumar. Um, dois, sem marcar.
Rapaziada firmeira quer museu e fica a fanfar. Sem arma, sem droga.
Tradução em português
Dia 9 de abril de 1999.
Charlie Brown Júnior, disco dois.
-União, paz. -Do lado leste da periferia de São Paulo.
-DRS, São Mateus pra vida. -HC.
-CH. -DMC.
-Homens escrârios. -Charlie Brown Júnior.
-Rajá de Santos. -Diretamente pra vocês, entrei em cena.
Qual é o problema? Sem hip-hop, sem reggae, sem rádio, sem rock, sem tem stop.
Passando a mensagem pros mãos, nada de engano, só procedência.
A nossa firma é forte e você pode crer. Sou anti-paga pau, meu dilema é nacional.
Eu apresento, sou Raja da família Charlie Brown. Eles não vão entender, não vão descobrir.
Dominado pela má vontade, tira esse cara de perto de mim.
Meu compadre que você vai dar um pé pra ninguém, que vai consumir. Nosso dinheiro na volta não mexe, não deixa o ato engolir.
Yeah, yeah. Eles não vão entender, não vão descobrir.
Dominado pela má vontade, tira esse cara de perto de mim.
Meu compadre que você vai dar um pé pra ninguém, que vai consumir. Nosso dinheiro na volta não mexe, não deixa o ato engolir. Sim, sim, sim.
Não deixa o ato engolir. Não deixa o ato engolir.
Homem escrârio, eu sou do lado -leste. -Do lado leste.
É HC que chega, sim, que chega pra manter a letra, letra é a banca é classe A.
Aqui quem fala é HC,
HC,
HC, HC,
HC. Revolucionário, a letra fica pra você.
Não perca o crime, o crime é o crime, crime organizado.
Do lado leste, HC revolucionário bota a burguesia que nos aponta como marginais, homens criminosos, mentes criminosas, lavagem cerebral, morte cerebral, sistema central, cerebral.
É trilha sonora do gueto de leste, oeste, norte e sul. O negro vivendo os crimes, sua sobrevivência. Olha a carência.
Por aqui, por ali, só sangue que se vê.
Exu da periferia que não acredita, confia que não acredita. Confira para ver, para ver.
Por aqui, por ali, só sangue que se vê. Exu da periferia que não acredita, confia que não acredita.
Confira para ver, para ver. Plantão é flagrante, não. Plantão é flagrante, não.
Na boa, acendeu, virou fumaça, subiu pra cuca. Fim do silêncio, é menos crime.
Não deixa o malandro, que é malandro, sempre segue o ritmo da favela. E daí? Como é que é?
Rá, -rá, rá. Fogo na bomba.
-Não quero bebida, química, nada disso, minha beleza. Prefiro ficar na vida, sem desarrumar.
Hum, dois, passa a bola, ladrão quer fumar. Hum, dois, sem marcar.
Rapaziada firmeira quer museu e fica a fanfar. Sem arma, sem droga.