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Descrição
Intérpretes Associados: Diego & Arnaldo, Zé Neto & Cristiano
Intérprete Associado: Diego & Arnaldo
Intérprete Associado: Zé Neto & Cristiano
Compositor: Ronaldo Adriano
Compositor: Benedito Seviero
Compositor: Mangabinha
Compositor: José Homero
Compositor: Zé Russo
Produtor: Dudu Oliveira
Letra e tradução
Original
Home que bebe vinha, cachorro que come ovo e muié que dá a primeira vez.
Não existe doutor no mundo que tire o defeito dos três.
Aô!
Simbora lá, Zé. Eu começo, cê começa.
Essa é a última vez que lhe vejo. Aô, pulseira.
Somente vim dizer adeus e partir.
E não vou nem sequer pedir um beijo.
Sei que seria inútil pedir. Segura a barra, Xuxa.
E não precisa mais irar-me o rosto.
Nem tratar-me com desprezo assim.
Sei que em seu coração tem outro.
Não existe mais lugar pra mim. É, menino.
Perdi a ilusão da vida, porque seus carinhos para sempre eu perdi.
Os meus sonhos de amor morreu quando no seu coração eu morri. Aô, segura o guio.
Aô,
Rio Preto. Cavador, bundão, cabra, sim, quer não.
Dá de arrastar o Chico pro chão e cantar assim. Vai Zé, começa, começa.
Quando olho na parede vejo seu retrato.
As lágrimas banham meu rosto num pranto sem fim.
Sento na cama e fico sozinho no quarto.
Vem a saudade maldita e se apossa de mim. É, meu Deus, como é que é?
Levanto, vou no guarda-roupa e abro as portas.
E vejo a blusa vermelha que você deixou.
Aí então o desespero rouba minha calma.
Eu saio na rua e até minha alma chora em silêncio ao sentir minha dor.
Ô, meu Deus. Deus, ó Senhor poderoso, eu lhe faço um pedido.
Vai, neném.
Mande um alívio a esse coração que sofre.
Se ela um dia regressar, eu me agradeço por nem parecer como eu padeço. Prefiro mil vezes que me mande a morte.
Aô, caminhão de cabaré.
Nossa!
Tradução em português
Casa que bebe vinha, cachorro que vem ovo e muié que dá a primeira vez.
Não existe doutor no mundo que canse o defeito dos três.
Aô!
Simbora lá, Zé. Eu começo, cê começa.
Essa é a última vez que eu vejo. Aô, pulseira.
Somente vim dizer adeus e partir.
E nem sequer vou pedir um beijo.
Sei que seria inútil pedir. Segura a barra, Xuxa.
E não precisa mais irar-me o rosto.
Nem me trate com desprezo assim.
Sei que em seu coração tem outro.
Não existe mais lugar pra mim. É, menino.
Perdi a ilusão da vida, porque seus carinhos para sempre eu perdi.
Os meus sonhos de amor morreram quando no seu coração eu morri. Aô, seguro o guio.
Aô,
Rio Preto. Cavador, bundão, cabra, sim, quer não.
Dá para arrastar o Chico pelo chão e cantar assim. Vai Zé, começa, começa.
Quando olho na parede vejo seu retrato.
As lágrimas banham meu rosto num pranto sem fim.
Sento na cama e fico sozinho no quarto.
Vem a saudade maldita e se apossa de mim. É, meu Deus, como é que é?
Levanto, vou no guarda-roupa e abra as portas.
E vejo a blusa vermelha que você deixou.
Aí então o desespero roubou minha calma.
Eu saio na rua e até minha alma chora em silêncio ao sentir minha dor.
Ó, meu Deus. Deus, ó Senhor poderoso, eu lhe farei um pedido.
Vai, néném.
Mande um alívio a esse coração que sofre.
Se ela um dia regressar, eu agradeço por nem parecer como eu padeço. Prefiro mil vezes que eu mande a morte.
Aô, caminhão de cabaré.
Nossa!