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Descrição
Intérprete Associado: Diego e Victor Hugo
Compositor: Flavinho Tinto
Compositor: Nando Marx
Compositor: Douglas Mello
Compositor: Cristhyan Ribeiro
Compositor: Nuto Artioli
Letra e tradução
Original
Deixo você me chamar de imaturo.
Fui eu sempre quem ficou em cima do muro.
E deixo você me apontar o dedo, me julgar por minha falta de apego.
Nunca tive pontaria pra me apaixonar, mas sei que te soa frio meu jeito de falar.
E o que me deixa confuso é se submeter a um cara que desdenha, mas quer pra você.
Só queria entender.
Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.
Vou caber amanhã e na outra semana.
Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.
Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.
Ai, ai, ai, ai.
Eu sou seu mal necessário.
Ô, banda boa!
Deixo você me chamar de imaturo.
Fui eu sempre quem ficou em cima do muro.
E deixo você me apontar o dedo, me julgar por minha falta de apego.
Nunca tive pontaria pra me apaixonar, mas sei que te soa frio meu jeito de falar.
E o que me deixa confuso é se submeter a um cara que desdenha, mas quer pra você.
Só queria entender.
Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.
Vou caber amanhã e na outra semana.
Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro ordinário, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.
Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.
Ai, ai, ai, ai.
Mas tô cabendo direitinho na sua cama.
Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.
Mal necessário. Foi!
Tradução em português
Deixo você me chamar de imaturo.
Fui eu sempre quem ficou em cima do muro.
E deixo você me apontar o dedo, me julgar por minha falta de apego.
Nunca tive pontaria pra me apaixonar, mas sei que você é tão frio meu jeito de falar.
E o que me deixa confuso é se submeter a um cara que desdenha, mas quer pra você.
Só queria entender.
Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro comum, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.
Vou caber amanhã e na outra semana.
Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro comum, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.
Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.
Ai, ai, ai, ai.
Eu sou seu mal necessário.
Ô, banda boa!
Deixo você me chamar de imaturo.
Fui eu sempre quem ficou em cima do muro.
E deixo você me apontar o dedo, me julgar por minha falta de apego.
Nunca tive pontaria pra me apaixonar, mas sei que você é tão frio meu jeito de falar.
E o que me deixa confuso é se submeter a um cara que desdenha, mas quer pra você.
Só queria entender.
Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro comum, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.
Vou caber amanhã e na outra semana.
Vai ver que eu sou aquele seu mal necessário, cachorro comum, que tanto você chama, mas tô cabendo direitinho aqui na sua cama.
Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.
Ai, ai, ai, ai.
Mas tô cabendo direitinho na sua cama.
Vou caber amanhã e na outra semana, e na outra e na outra.
Mal necessário. Foi!