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Descrição
Produtor: Gianluca Tozzi
Compositor: Umberto Tozzi
Letrista: Umberto Tozzi
Letra e tradução
Original
Ah!
Facce di angeli luridi.
Sono giorni che guardo il cielo e non vedo il sole.
Le mie notti non sono più splendide demone.
E la mia bocca non beve più perché ha bevuto tutto.
Sono fame di una giustizia che a me mi ha rotto.
Ah, facce di angeli luridi.
Ah, curati i banali sì.
Sono stanco di vedere mamme cercare aiuto.
Siamo una gente che vive alle spalle di chi ha goduto.
Ricorda tempo che già dicevano ma adesso basta.
Non voglio più, non ci provare più a soffocare il grido, no.
Io lo so che se dico no sono privilegiato, ma non pensare che io non abbia occhi perché ho già pagato.
Che è proprio adesso che li alzo al cielo e che non c'è più il sole.
Quanta gente piange per un po' d'amore.
Ah, facce di angeli luridi.
Ah, porci a parte i pogliali.
Mi farebbe vedere in noi solo sorrisi e pace.
In tutti gli angoli di questo mondo poveri felici.
Nelle cerniere di bambini allegri, di giochi e fate.
Senza paura il futuro al buio che ristabilisce.
Ah, facce di angeli luridi.
Ah, criminali banali sì.
Ah, poi mi leggi le lacrime.
Ah, noi ubriachi di sole.
Ah, facce di angeli luridi.
Ah, noi non vogliamo i sogni veri. Ah
Tradução em português
Ah!
Rostos de anjos imundos.
Estou há dias olhando para o céu e não vejo o sol.
Minhas noites não são mais um demônio esplêndido.
E minha boca não bebe mais porque bebeu tudo.
Estou faminto por uma justiça que me quebrou.
Ah, rostos de anjos imundos.
Ah, cuide do trivial sim.
Cansei de ver mães procurando ajuda.
Somos um povo que vive às custas de quem desfrutou.
Lembre-se do tempo que eles já disseram, mas basta.
Não quero mais, não tente mais abafar o choro, não.
Sei que se disser não sou um privilegiado, mas não pense que não tenho olhos porque já paguei.
Que é agora que os levanto ao céu e que o sol já não brilha.
Quantas pessoas choram por um pouco de amor.
Ah, rostos de anjos imundos.
Ah, porcos além do pogliali.
Isso me faria ver apenas sorrisos e paz em nós.
Em todos os cantos deste mundo, pobres felizes.
Nos fechos de crianças alegres, de brincadeiras e fadas.
Sem medo do futuro na escuridão que restaura.
Ah, rostos de anjos imundos.
Ah, criminosos banais, sim.
Ah, então você leu minhas lágrimas.
Ah, nós, bêbados de sol.
Ah, rostos de anjos imundos.
Ah, não queremos sonhos reais. Oh