Mais músicas de DANTE
Mais músicas de Cripo
Descrição
Vocalista: DANTE
Produtor: Cripo
Letrista: Dante Scotti
Compositor: Nicola Lazzarin
Letra e tradução
Original
Sotto il cuscino c'ho messo un dentino, pago in contante tutto il mio destino.
Li perderò tutti a furia di 'sta vita, l'alcol è il tesoro di Montecristo.
Ma nella mia faccia è un balaclava, giro i tarocchi, porca puttana.
La gazza ladra mi paga la tassa perché è una brava mamma italiana.
Bede, ho buttato alle spalle le preghiere, nella rete ho gioielli e catene.
Devo essere immorale, amorale, fumare per farmi del bene. Tutte di plastica, vengono dal bazar. Bevo dal
Santo Graal, depresso al santo bar.
Beccami al Pakistan, dormo senza cuscino. Verso a terra un litro per ogni clandestino.
Ehi, clandestino come Manu Chao, il taglio è brown ma non è cacao.
Giro la manopola, incasso e ciao. Napoleonico il mio fare da clown.
La sua bocca ora sa di Bede, penso a chi la bacia, ha in bocca il mio seme. Scompaio dai radar, gemelle kappa,
AK da sempre, shala sempre. Tutte di plastica, vengono dal bazar.
Bevo dal Santo Graal, depresso al santo bar.
Beccami al Pakistan, dormo senza cuscino. Verso a terra un litro per ogni clandestino.
Il mio amico, clandestino. Italiano, clandestino.
Bel faccino quando serve, se ti serve, clandestino. Sentimento, clandestino. Se mi guarda è un casino.
Ci capiamo, occhio al nero. Italiano, illegale.
Tutte di plastica, vengono dal bazar. Bevo dal Santo Graal, depresso al santo bar.
Beccami al Pakistan, dormo senza cuscino.
Verso a terra un litro per ogni clandestino.
Tradução em português
Coloco um dentinho debaixo do travesseiro, pago todo o meu destino em dinheiro.
Vou perder todos nesta vida, o álcool é o tesouro de Monte Cristo.
Mas na minha cara é balaclava, viro as cartas do tarô, puta merda.
A pega ladra paga meus impostos porque é uma boa mãe italiana.
Beda, deixei minhas orações para trás, tenho joias e correntes na rede.
Tenho que ser imoral, amoral, fumar para fazer algum bem a mim mesmo. Todos de plástico, vêm do bazar. eu bebo de
Santo Graal, deprimido no bar sagrado.
Pegue-me no Paquistão, durmo sem travesseiro. Derramo um litro no chão para cada imigrante ilegal.
Ei, clandestino como Manu Chao, o corte é marrom mas não é cacau.
Giro a maçaneta, ganho dinheiro e olá. Minha atuação como palhaço é napoleônica.
Sua boca agora tem gosto de Beda, penso em quem a beija, tem minha semente na boca. Eu desapareço do radar, gêmeos kappa,
AK sempre, shala sempre. Todos de plástico, vêm do bazar.
Bebendo do Santo Graal, deprimido no bar sagrado.
Pegue-me no Paquistão, durmo sem travesseiro. Derramo um litro no chão para cada imigrante ilegal.
Meu amigo, clandestino. Italiano, clandestino.
Cara bonita quando precisa, se precisar, clandestino. Sentimento, clandestino. Se ele olhar para mim, está uma bagunça.
Nós nos entendemos, cuidado com o preto. Italiano, ilegal.
Todos de plástico, vêm do bazar. Bebendo do Santo Graal, deprimido no bar sagrado.
Pegue-me no Paquistão, durmo sem travesseiro.
Derramo um litro no chão para cada imigrante ilegal.