Descrição
Artista Principal: Elena Copsi
Compositor Letrista: Elena Copsi
Compositor: Elena Copsi
Compositor Letrista: Tom Simon
Compositor: Naël Diouane
Arranjador: Naël Diouane
Compositor: Julien Santos
Letra e tradução
Original
J'trouverai pas la paix si j'reste là, j'veux vivre mon rêve sinon rien.
J'y pense en permanence, c'est dans ma tête même quand je sors, que j'vois rigoler les copains. Tout le temps dedans, j'attends, c'est quand?
C'est quand la dernière fois qu'j'ai eu la têtère de mon rêve?
Et quand j'l'ai plus, j'en perds le goût, le sens, j'me sens perdue.
J'me dis autant le faire, autant le faire.
Même quand je dors, je cours après, j'veux ça, sinon rien.
J'ai beau le fuir, mais même quand je dors, il me court après, c'est ça, sinon rien.
Je sers des cafés, la tête ailleurs, le sucre fond et moi, j'tourne en rond, j'attends mon heure.
J'écris des chansons sur un chiffon, j'me rassure en m'disant qu'c'est poème, c'est poème.
Et mes rêves se noient dans le siphon, j'me dis qu'c'est moi qui rappe tel poème, c'est moi le problème.
Même quand je dors, je cours après, j'veux ça, sinon rien.
J'ai beau le fuir, mais même quand je dors, il me court après, c'est ça, sinon rien.
Même quand je dors, je cours après, j'veux ça, sinon rien.
Même quand je dors, il me court après, c'est ça, sinon rien.
Tradução em português
Não vou encontrar paz se ficar aqui, quero viver meu sonho ou nada.
Penso nisso o tempo todo, fica na minha cabeça até quando saio, quando vejo meus amigos rindo. O tempo todo lá dentro, estou esperando, quando é?
Quando foi a última vez que tive a cabeça dos meus sonhos?
E quando não tenho mais, perco o sabor, o sentido, me sinto perdida.
Digo a mim mesmo que posso muito bem fazer isso, posso muito bem fazer isso.
Até quando durmo, corro atrás, quero isso ou nada.
Por mais que eu fuja dele, mas até quando durmo ele corre atrás de mim, é isso, ou nada.
Sirvo café, minha mente está em outro lugar, o açúcar derrete e eu ando em círculos, esperando a hora certa.
Escrevo canções num pedaço de pano, me tranquilizo dizendo a mim mesmo que é um poema, é um poema.
E meus sonhos estão se afogando no sifão, digo a mim mesmo que sou eu quem canta esse poema, o problema sou eu.
Até quando durmo, corro atrás, quero isso ou nada.
Por mais que eu fuja dele, mas até quando durmo ele corre atrás de mim, é isso, ou nada.
Até quando durmo, corro atrás, quero isso ou nada.
Até quando eu durmo ele corre atrás de mim, é isso ou nada.