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Descrição
Compositor Letrista: LUIS MIGUEL ALIAGA ALVAREZ
Coprodutor: Cocco Lexa
Letra e tradução
Original
Mira ve, cómo burlar al tiempo con pájaros de papel. ¡Andamos locos!
Cómo matar al diablo, pintar un cuadro y fumar con él. Sé cómo andar descalzo, romper el cascabel.
Calavero, sé de olvidar borracho, me ven sonriendo sin me arde la piel.
Vivo soñando en el asfalto mientras paso el día, peleando con fe, no le paro, Dios me da energía.
Quieren que pase por el aro, yo sigo en la mía.
Dile al diablo que seguimos bravos y locos en la avenida. No cedo a los temores, pelear es mi trabajo.
Despierta, hermano, con honores venimos de abajo.
Aprieta el puño cuando llores, piensa en qué te trajo, con valores que se come, pronto lloverán los fajos.
Estoy calmando mi dolor con veneno en la herida, borracho por el callejón, solo hay una salida.
Ese demonio olvídalo, primo, abraza la vida.
Ya serás polvo en tu salón con moscas en la barriga. Vivo orgulloso de mi don, primo, no llevo oro. No bebo copa de
Chandon porque me sabe a cloro. Cuida a los tuyos con amor, estáis lejos de todo.
Lo aprendí cuando ella se marchó, me dejó el cora roto.
Brinda por la cara B, otra por los que no estén. Cuídame de la loquera por si no te vuelvo a ver.
Esta pena que me quema no vende para El Corte Inglés.
Yo hago astro con la pena, alguien lo tenía que hacer.
Mira, ve, cómo burlar al tiempo con pájaros de papel. ¡Andamos locos!
Cómo matar al diablo, pintar un cuadro y fumar con él. Sé cómo andar descalzo, romper el cascabel.
Calavero, sé de olvidar borracho, me ven sonriendo sin me arde la piel.
Tradução em português
Veja como enganar o tempo com pássaros de papel. Estamos loucos!
Como matar o diabo, pintar um quadro e fumar com ele. Eu sei andar descalço, quebrar a campainha.
Calavero, sei esquecer quando estou bêbado, me veem sorrindo sem queimar a pele.
Vivo sonhando no asfalto enquanto passo o dia lutando com fé, não paro, Deus me dá energia.
Eles querem que eu passe pelo aro, ainda estou no meu.
Diga ao diabo que ainda somos corajosos e loucos na avenida. Não me entrego aos medos, lutar é o meu trabalho.
Acorde, irmão, com honras viemos de baixo.
Cerre o punho quando chorar, pense no que te trouxe, com valores que se comem, logo os fardos vão chover.
Estou acalmando minha dor com veneno na ferida, bêbado no beco, só há uma saída.
Esqueça esse demônio, primo, abrace a vida.
Você já será poeira na sua sala com moscas na barriga. Vivo orgulhoso do meu presente, primo, não uso ouro. Eu não bebo um copo de
Chandon porque tem gosto de cloro para mim. Cuide dos seus entes queridos com amor, você está longe de tudo.
Aprendi quando ela foi embora, ela deixou meu coração partido.
Brinde ao lado B, outro a quem não está. Cuide de mim do psiquiatra caso eu nunca mais te veja.
Esta dor que me queima não se vende ao El Corte Inglés.
Eu faço estrelas de tristeza, alguém tinha que fazer isso.
Veja como enganar o tempo com pássaros de papel. Estamos loucos!
Como matar o diabo, pintar um quadro e fumar com ele. Eu sei andar descalço, quebrar a campainha.
Calavero, sei esquecer quando estou bêbado, me veem sorrindo sem queimar a pele.