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Descrição
Programador, Produtor: Asha Lorenz
Coprodutora: Katie O’Neill
Programador, engenheiro, produtor: Louis O'Bryen
Programador: Marco Pini
Engenheiro de Masterização: Matt Colton
Engenheiro: Sophie Ellis
Mixagem: Nathan Boddy
Engenheiro Assistente de Mixagem: Lilian Nuthall
Compositor e letrista: Asha Lorenz
Compositor: Campbell Baum
Compositor: Lincoln Barrett
Compositor: Louis O’Bryen
Compositor: Marco Pini
Letra e tradução
Original
The saddest thing I ever did hear, lives in the heart of a dead man's ears. He was my bestest friend.
The saddest thing I ever did hear, dies in the car on my way to school.
Monday mornings when I had the blues.
Mother says the birds are coming out for you, they all appear for you, wanna be close to you.
The saddest thing I ever did hear, sings like a chorus in my teenage years.
Flickers like a dance that disappeared, lulling me to sleep in the earliest nights of my years. Used to be the
Carpenters, now it doesn't even hurt.
Nothing compares to you, but my finger's on the trigger.
I should be happier, I'm thinking of the river. . .
Hurts in the way you are, gets lost in the crowd.
It's a drop in the rain, the ocean, a conversation in another round.
You speak, but you're barely met with the place that you've been dreaming of.
Used to be the Carpenters, now it doesn't even hurt.
Nothing compares to you, 'til somebody compared to you.
I used to be close to you, or somebody that I once knew.
There are worse things I could do than fall in love with you.
Ah, the drugs don't work, they just make me lost.
The music's wrong, I no longer hear the words.
So I got down on my knees and I stalked into a church.
Ah, my finger's on the trigger.
Thinking of the trigger.
I no longer hear the trigger. . .
Tradução em português
A coisa mais triste que já ouvi vive no coração dos ouvidos de um homem morto. Ele era meu melhor amigo.
A coisa mais triste que já ouvi foi morrer no carro a caminho da escola.
Nas manhãs de segunda-feira, quando eu estava triste.
A mãe diz que os pássaros estão saindo para você, todos aparecem para você, querem ficar perto de você.
A coisa mais triste que já ouvi, canta como um refrão na minha adolescência.
Cintila como uma dança que desapareceu, embalando-me para dormir nas primeiras noites dos meus anos. Costumava ser o
Carpinteiros, agora nem dói.
Nada se compara a você, mas meu dedo está no gatilho.
Eu deveria estar mais feliz, estou pensando no rio. . .
Dói do jeito que você é, se perde na multidão.
É uma gota na chuva, o oceano, uma conversa em outra rodada.
Você fala, mas mal encontra o lugar com que sempre sonhou.
Antigamente eram os Carpinteiros, agora nem dói.
Nada se compara a você, até que alguém se compare a você.
Eu costumava ser próximo de você ou de alguém que conheci.
Há coisas piores que eu poderia fazer do que me apaixonar por você.
Ah, os remédios não funcionam, só me deixam perdido.
A música está errada, não ouço mais a letra.
Então me ajoelhei e entrei em uma igreja.
Ah, meu dedo está no gatilho.
Pensando no gatilho.
Não ouço mais o gatilho. . .