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Descrição
Guitarra Espanhola: Sergio Gallardo
Piano: Jorge Ángel Calvet Díaz
Bajo: Edgardo Noé Chávez Paz
Bateria: Alberto Mora Amigo
Engenheiro de Masterização: JM Castillo
Produtor: Nerso
Produtor: Jorge Calvet
Produtor: Escorpião
Compositor: Antonio Vargas Vargas
Compositor: Edgardo Noé Chávez Paz
Letra e tradução
Original
Cómo duele saber que los recuerdos del ayer mañana se borrarán, lo sé.
Y sé que aunque también fallé y no hice las cosas bien, hoy pediré que te vayas.
Vete, ya no quiero verte. Adiós, buena suerte.
Si sigo besando tus labios, sé que encontraré la muerte.
Fuimos ese siempre que acabó de repente. Si sigo besando tus labios, sé que encontraré la muerte.
Cómo duelen esos recuerdos, porque si apago la llama, te he borrado dañamente, ya que en tu vida sobraba.
Y ahora quiero saber qué vas a hacer cuando no esté, oh, no.
Y es que cuando el amor se acaba, es mejor dejar que se vaya, cuando ya no queda nada, nada.
Al fin ganaste la batalla, he de colgarte la medalla, yo decido abandonar.
Por eso vete, ya no quiero verte. Adiós, buena suerte.
Si sigo besando tus labios, sé que encontraré la muerte.
Fuimos ese siempre que acabó de repente.
Si sigo besando tus labios, sé que encontraré la muerte.
Ya no queda nada, me siento perdida.
Se me parte el alma cuando recuerdo lo que vivimos.
Ya no queda nada, tú eras mi abrigo en las noches frías cuando decías: "Quédate conmigo".
Oh, oh.
En las noches frías cuando decías: "Quédate conmigo".
Vete, -ya no quiero verte. -Ya no quiero verte.
-Adiós, buena suerte. -Adiós, buena suerte.
Si sigo besando tus labios, sé que encontraré la muerte.
Fuimos ese -siempre. . . -Fuimos ese siempre.
-Que acabó de repente. -Que acabó de repente.
Si sigo besando tus labios, sé que encontraré la muerte.
Si sigo besando tus labios, sé que encontraré la muerte.
Tradução em português
Como dói saber que as memórias de ontem serão apagadas amanhã, eu sei.
E eu sei que embora eu também tenha falhado e não tenha feito as coisas direito, hoje vou pedir para você ir embora.
Vá embora, não quero mais te ver. Adeus, boa sorte.
Se eu continuar beijando seus lábios, sei que encontrarei a morte.
Sempre fomos nós que terminamos de repente. Se eu continuar beijando seus lábios, sei que encontrarei a morte.
Como doem essas lembranças, porque se apaguei a chama, apaguei você nocivamente, já que houve bastante em sua vida.
E agora eu quero saber o que você vai fazer quando eu partir, ah, não.
E quando o amor acaba, é melhor deixá-lo ir, quando não resta mais nada, nada.
Você finalmente venceu a batalha, tenho que pendurar a medalha em você, decido abandonar.
Por isso vá embora, não quero mais te ver. Adeus, boa sorte.
Se eu continuar beijando seus lábios, sei que encontrarei a morte.
Sempre fomos nós que terminamos de repente.
Se eu continuar beijando seus lábios, sei que encontrarei a morte.
Não sobrou nada, me sinto perdido.
Meu coração se parte quando me lembro do que vivenciamos.
Não sobrou nada, você foi meu abrigo nas noites frias quando disse: "Fique comigo."
Ah, ah.
Nas noites frias, quando você disse: "Fique comigo."
Vá embora, não quero mais te ver. -Eu não quero mais te ver.
-Tchau, boa sorte. -Tchau, boa sorte.
Se eu continuar beijando seus lábios, sei que encontrarei a morte.
Nós éramos isso - sempre. . . -Nós sempre fomos isso.
-Isso acabou de repente. -Isso acabou de repente.
Se eu continuar beijando seus lábios, sei que encontrarei a morte.
Se eu continuar beijando seus lábios, sei que encontrarei a morte.