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Descrição
Compositor: Gonzalo Cidre Aranaz
Compositor: Fernando Hisado Maldonado
Compositor: Jorge Escorial Moreno
Compositor: Carlos Bruñas Zamorín
Produtor: SokeThugPro
Produtor: Pablo Gareta
Engenheiro de Gravação Vocal: Pablo Gareta
Engenheiro de Gravação Vocal: SokeThugPro
Engenheiro de gravação vocal: Alex Cappa
Mixagem: Pablo Gareta
Misturador: SokeThugPro
Mestre: Koar
Letra e tradução
Original
. . .
Ajá, ajá, ajá, ajá, a-a-ah, ajá, ajá, ajá, yeah, yeah, ajá, ajá, ajá. Ajá, ajá, ajá. Bravo, ajá, nunca sapo, ajá.
Chavo, ajá, clip pal' fajo, ajá. Guapo, ajá, clean y guapo, ajá.
Ajá, Mercedes Bravo, ajá.
Fuera del bistro, se Gran Turismo, ajá, ajá.
Primo, el presi está en el edificio, ajá, ajá. Joven De Niro, ajá. Me repaso el cerquillo, me baño y tiro, ajá.
Ajá, ajá, ajá, ajá. En tu barrio un marajá, trae a tu piba, bájala. Jugador
Maracaná, multi Santi o bacala, rouge, rouge, Baccarat, ajá, ajá, yeah.
Bravo, ajá, nunca sapo, ajá. Chavo, ajá, clip pal' fajo, ajá.
Guapo, ajá, clean -y guapo, ajá. Ajá, Mercedes Bravo, ajá.
-Yo, yo, yo marco la pauta, soy la regla y soy la ley. Blanco, soy un astronauta, voy de Pierce en el space.
Solo en negro y traemos el mejor álbum del 26.
Con todos estos raperos podría hacerme una sextape, ¡ey! Estas ratas, ¿qué coño hablan?
Ponte a trabajar, deja el bla, bla, bla, bla, bla. Te palo las pillas, soy la madera y la tabla.
Mejor ponte de rodillas y haz tu magia, abracadabra, ja. Hace cuje, cuje, como un pato y no es Daisy.
Te montaste una peli, pero era de Bracers. Si escupo con cojones, Richy Clattus amazing.
Pura droga sin cortar, pero no hablo de Casey, ¡oh!
Ajá, ajá, soy un marajá, siempre de jajas. Ajá, ajá, gallinejas y jas, tu almeja es un manjar, ja.
Ojo, cuidao, no -le voy a bajar jamás. -Bravo, ajá, nunca sapo, ajá.
-¡No! -Chavo, ajá, clip pal' fajo, ajá.
-¡Ajá! -Gu-guapo, ajá, clean y guapo, ajá.
-¡Ajá! -Ajá, Mercedes Bravo, ajá.
Tengo que llenar la caja, no me puedo relajar.
Si me tocan mal las cartas, juego y vuelvo a barajar. Cuando se acaba la fafa, corren como en el Tafad.
Piso de lípido, Taj Mahal, ajá. Bam, bam, se alajan, navajas y mojas.
Nunca, sí, jamás, se pregunta si ojalás. Ellos hablan demasiado, pero no trabajan.
Yo buscando tu tacón de aguja en un pajar. El de rayas blancas, guarras y Macallan.
Armas blancas, canallas y champán.
Si salto a la cancha, se termina la pachanga, porque llevo un as en cada manga, tachán. ¿Eres bueno? Ajá. ¿Ganas mucho? Ajá. ¿Peligroso?
Ajá. Muy gracioso, jaja. La verdad es que me la suda si no saco taja.
Pa' que -pienses que te escucho, te contesto: ajá. -Bravo, ajá, nunca sapo, ajá.
Chavo, ajá, clip pal' fajo, ajá. Guapo, ajá, clean y guapo, ajá.
Ajá, -Mercedes Bravo, ajá.
-Suena el tic, tac, las agujas que no paran, como un click, clack, apuntándote en la cara, ja.
Hoy crías cuervos y mañana malvas, de esta no te salva ni tu ganga ni tu six pack.
Si te pego con la mano mala, vas al hospital. Si te pego con la buena, tu vieja de funeral.
Miro esos raperos, solo cuentan mentiras, hablan de códigos, pero luego pegan a su piba.
Venimos de abajo, pobres, pero con cojones, y ahora en la solapa ya no hay hueco para más galones.
Co-co-compro cosas que no necesito, como un Rolex o quinientos caballos para llevar al niño al cole.
Ja, derramo el champán, no limpio las zapatillas, me pillo otro par.
Vivo en las cloacas y así siempre será, porque soy una rata de ciudad, ajá.
Tradução em português
. . .
Aha, aha, aha, aha, a-a-ah, aha, aha, aha, sim, sim, aha, aha, aha. Ah, ah, ah. Bravo, aha, nunca sapo, aha.
Chavo, aha, clipe amigo, aha. Bonito, aha, limpo e bonito, aha.
Ah, Mercedes Bravo, ah.
Fora do bistrô é Gran Turismo, aha, aha.
Primo, o presidente está no prédio, aha, aha. Jovem De Niro, hein. Verifico meu cabelo, tomo banho e atiro, aha.
Ah, ah, ah, ah. No seu bairro um marajá, traga sua garota, leve-a para baixo. Jogador
Maracaná, multi Santi ou bacala, rouge, rouge, Baccarat, aha, aha, sim.
Bravo, aha, nunca sapo, aha. Chavo, aha, clipe amigo, aha.
Guapo, ah, limpo e bonito, ah. Ah, Mercedes Bravo, ah.
-Eu, eu, eu dou o tom, sou a regra e sou a lei. White, sou astronauta, vou Pierce no espaço.
Só na cor preta e trazemos o melhor álbum do dia 26.
Com todos esses rappers eu poderia fazer uma sextape, ei! Esses ratos, do que diabos eles estão falando?
Vá trabalhar, pare, blá, blá, blá. Você acertou, eu sou a madeira e a tábua.
Melhor ficar de joelhos e fazer sua mágica, hocus pocus, ha. Faz coo, coo, como um pato e não é Daisy.
Você fez um filme, mas era de Bracers. Se eu cuspir com bolas, Richy Clattus é incrível.
Pura droga sem cortes, mas não estou falando de Casey, oh!
Aha, aha, sou um marajá, sempre haha. Aha, aha, gallinejas e ha, seu marisco é uma iguaria, ha.
Tenha cuidado, tenha cuidado, não - eu nunca vou diminuir isso. -Bravo, aha, nunca sapo, aha.
-Não! -Chavo, aha, clipe amigo, aha.
-Ah! -Gu-guapo, aha, limpo e bonito, aha.
-Ah! -Ah, Mercedes Bravo, ah.
Tenho que encher a caixa, não consigo relaxar.
Se eu pegar as cartas erradas, jogo e embaralho novamente. Quando a fafa acaba, eles correm como em Tafad.
Piso lipídico, Taj Mahal, aha. Bam, bam, eles relaxam, navalhas e molhadas.
Nunca, sim, nunca, ele se pergunta se deseja. Eles falam demais, mas não funcionam.
Eu procurando seu salto agulha em um palheiro. Aquele com listras brancas, sujas e Macallan.
Armas brancas, canalhas e champanhe.
Se eu pular na quadra o jogo acaba, porque tenho um ás em cada manga, zero. Você está bem? Ah, sim. Você ganha muito? Ah, sim. Perigoso?
Ah, sim. Muito engraçado, haha. A verdade é que odeio não ter lucro.
Para que você pense que estou te ouvindo, responderei: aha. -Bravo, aha, nunca sapo, aha.
Chavo, aha, clipe amigo, aha. Bonito, aha, limpo e bonito, aha.
Ah, -Mercedes Bravo, ah.
-Os sons de tique-taque, as agulhas que não param, como um clique, clack, apontando para o seu rosto, ha.
Hoje você cria corvos e amanhã malvas-rosa, nem sua barganha nem seu tanquinho irão salvá-lo disso.
Se eu bater em você com a mão ruim, você vai para o hospital. Se eu acertar você com o bom, sua velhinha funerária.
Eu olho para aqueles rappers, eles só contam mentiras, falam sobre códigos, mas depois batem na garota.
Viemos de baixo, coitados, mas com bolas, e agora não há espaço para mais listras na lapela.
Eu co-compro coisas que não preciso, como um Rolex ou quinhentos cavalos para levar a criança à escola.
Ha, derramo o champanhe, não limpo o tênis, pego outro par.
Moro no esgoto e sempre será assim, porque sou um rato da cidade, aha.