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Capa da faixa MOLTISANTI

MOLTISANTI

3:50Álbum HIJOS DE LA RUINA VOL. 4 2026-01-16

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Descrição

Compositor: Fernando Hisado Maldonado

Compositor: Gonzalo Cidre Aranaz

Compositor: Jorge Escorial Moreno

Produtor: SokeThugPro

Produtor: Pablo Gareta

Produtor: Jackstone

Mixagem: Pablo Gareta

Mestre: Koar

Misturador: PMP

Produtor: BatzOut

Letra e tradução

Original

Dice.
El oro en los dientes me ha comido el esmalte, Gucci en la pechera, en la cabeza un implante.
Solo tengo demos, mil maquetas y masters, en el boxy Justin y en la street Moltisanti.
No hay nadie al volante y nadie que me adelante, ni uno me echa el guante, es imposible alcanzarme.
La diferencia entre un real y un copy-paste, a estas hormigas es normal que las aplaste.
Conozco superhéroes que no salen en Marvel, como mi tía superando par de veces un cáncer.
Con palos y piedras estoy delante del Panzer, con o sin dinero, los míos son un diamante.
Cuando lo partes en un parque y con tus compadres partes la mejor parte, aprecias de otro modo el arte, pero eso ya es caso aparte. Y pa' filosofar ya estás arte.
Los tiempos de antes, cintas y blockbuster, juntarte a rapear y emborracharte era un cypher.
Cuando estos influencers no eran cantantes, disco en la muñeca y Be Real el de Cypress.
Los tiempos de antes, castillo de naipes, con las cruces y cadenas, aunque no éramos frailes.
Soy Madrid, Madrid, como el brillante, reyes en el under, los patitos feos del estanque.
Supe que era un hombre sin mirarme al espejo, cuando mi viejo cambió las órdenes por consejos.
No me quedan más cojones que ponerme serio, porque ahora me toca a mí cuidarlos a ellos.
Siempre seré grafitero, cafetero y camello, argentino y madrileño, chulo y canchero.
Fui rapero del recreo cuando no molaba serlo, y el más guay del instituto ahora es el tonto del pueblo.
Estoy haciendo flexiones como si estuviera preso, y la vecina oye el ruido de mis cadenas en el techo.
Yo me he ganado el respeto, no con palabras, con hechos.
Si tú me guardas la espalda, yo salgo a poner el pecho. A veces hablo con Dios, a veces bajo al infierno.
Por más que brille el reloj, el tiempo no tiene dueño. ¿Qué es la vida sin amor?
¿Qué es la vida sin un sueño? Fer es mi hermano mayor, Jorge es mi hermano pequeño.
Nunca aprendo de errores ajenos, por eso saco brillo a mis tropiezos y los pongo en la vitrina como si fueran trofeos.
El dolor es mi maestro, nadie se hizo duro en tiempos buenos. Somos lo que somos, no lo que tenemos.
Nos hace valientes todo lo que tememos. Échame uno más o échame de menos.
Un beso al Darío, aunque ni hablemos.
Hijos de la ruina.
Entramos por la puerta de atrás, entre la luz de los flashes y gritos de los fans.
Con capuchas y cadenas, con la cara tapá, no sé qué habrá quedado de aquel chaval normal. Siempre fui más de morder que de ladrar.
No juro por mis hijos, aunque diga la verdad.
Hay líneas rojas que es mejor no cruzar, porque si es por mi familia, me juego la libertad.
Jugando a la ruleta con seis balas, no tengo talento, tengo pico y pala.
Orgullo de barrio, vaya donde vaya, yo siempre tiro pa'l monte porque soy la cabra.
Se piensan que me conocen por mis letras, pero solo sabes de mí lo que yo quiero que sepas.
Partimos en tres el tema, en tres la pepa, y volamos por el cielo como un puto cometa.
No confundas el respeto con el miedo, el valor con el precio, el amor con el deseo.
Esos infelices no saben de qué va el juego, son tan pobres que solo tienen dinero.
Echo de menos las noches de verano, improvisando borracho con el Souking y el
Ramos. Escucho por la jeta y se me enfrían las manos.
Éramos felices y no lo sabíamos.

Tradução em português

Diz.
O ouro dos meus dentes corroeu meu esmalte, a Gucci da minha camisa, um implante na minha cabeça.
Só tenho demos, mil demos e masters, no boxy Justin e na rua Moltisanti.
Não há ninguém ao volante e ninguém para me ultrapassar, nem ninguém me consegue apanhar, é impossível alcançar-me.
A diferença entre um real e um copy-paste, é normal que essas formigas sejam esmagadas.
Conheço super-heróis que não aparecem na Marvel, como minha tia que superou o câncer algumas vezes.
Com paus e pedras estou na frente do Panzer, com ou sem dinheiro, os meus são um diamante.
Quando você compartilha em um parque e compartilha o melhor com seus amigos, você aprecia a arte de uma forma diferente, mas esse é um caso à parte. E filosofar você já é arte.
Nos velhos tempos, fitas e sucessos de bilheteria, reunir-se para fazer rap e ficar bêbado era uma cifra.
Quando esses influenciadores não eram cantores, eles tinham um disco no pulso e Be Real no Cypress.
Os velhos tempos, um castelo de cartas, com cruzes e correntes, embora não fôssemos frades.
Eu sou Madrid, Madrid, como o brilhante, os reis do subsolo, os patinhos feios do lago.
Eu sabia que era um homem sem me olhar no espelho, quando meu velho mudou de ordem para pedir conselhos.
Não tenho escolha a não ser levar a sério, porque agora é a minha vez de cuidar deles.
Serei sempre grafiteiro, cafeeiro e traficante de drogas, argentino e madrilenho, cafetão e canchero.
Eu era um rapper de recreio quando não era legal ser um, e o cara mais legal do colégio agora é o idiota da cidade.
Estou fazendo flexões como se estivesse na prisão, e o vizinho ouve o som das minhas correntes no teto.
Conquistei respeito, não com palavras, mas com ações.
Se você ficar de costas, vou sair e colocar meu peito para frente. Às vezes falo com Deus, às vezes desço ao inferno.
Por mais que o relógio brilhe, o tempo não tem dono. O que é a vida sem amor?
O que é a vida sem sonho? Fer é meu irmão mais velho, Jorge é meu irmão mais novo.
Nunca aprendo com os erros dos outros, por isso brilho meus erros e os coloco na vitrine como se fossem troféus.
A dor é minha professora, ninguém se tornou durão nos bons tempos. Somos o que somos, não o que temos.
Tudo o que tememos nos torna corajosos. Dê-me mais um ou sinta minha falta.
Um beijo para Darío, mesmo que nem falemos.
Filhos da ruína.
Entramos pela porta dos fundos, em meio à luz dos flashes e gritos dos torcedores.
Com capuzes e correntes, com o rosto coberto, não sei o que resta daquele garoto normal. Sempre fui mais mordedor do que latidor.
Não juro pelos meus filhos, mesmo que diga a verdade.
Há linhas vermelhas que é melhor não ultrapassar, porque se for pela minha família, estou arriscando a minha liberdade.
Jogando roleta com seis balas, não tenho talento, tenho picareta e pá.
Orgulho do bairro, onde quer que eu vá, sempre atiro na montanha porque sou o bode.
Eles acham que me conhecem pelas minhas letras, mas você só sabe sobre mim o que eu quero que você saiba.
Dividimos o tema em três, o cerne em três, e voamos pelo céu como a porra de um cometa.
Não confunda respeito com medo, valor com preço, amor com desejo.
Esses infelizes não sabem do que se trata o jogo, são tão pobres que só têm dinheiro.
Sinto falta das noites de verão, improvisando bêbado com Souking e
Ramos. Ouço pela boca e minhas mãos ficam frias.
Estávamos felizes e não sabíamos disso.

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