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Descrição
Intérprete Associado: LEGADO 7
Bateria: Gustavo Arellano
Baixo: Rodrigo Rodríguez
Intérprete Associado: José Pacheco
Produtor, Acordeão: Ramón Ruiz
Letrista e Compositor: Alexander Eduardo Guerra
Compositor e letrista: José Esparza
Letrista e Compositora: Angélica Gallegos
Produtor: Alexandre Guerra
Engenheiro de Gravação, Produtor: Cesar Avila
Engenheiro de Gravação: Gilberto Zavala
Engenheiro Assistente de Gravação: Daniel Kamerman-Giik
Engenheiro Assistente de Gravação: Jacob Stewart
Engenheiro assistente de gravação: Kayla DeWitt
Engenheiro de Masterização, Engenheiro de Mixagem: Miguel Vega
Diretor de A&R: Gonzalo Herrerías
Coordenadora de A&R: Elida Ibarra
Letra e tradução
Original
Traigo pa' casa el dinero, con mis compas me perdó el botero.
Traigo la morra que quiero, se llena de humo donde quiera que llego. ¿Por qué?
Todos se preguntan si empezó donde empecé, porque el marihuano del barril quiere comprar, quiere la receta sin poner para el pastel, el, el.
Ya no tengo sentimientos, con siete besos me pongo sereno.
Seguido desaparezco, y en Mazatlán de pronto me aparezco.
Algo bien, por el malecón quemándome la pura miel, mota de Califas, besitos prende y yei! Y pa' regresarme ya tengo listo un
PJ, yei, yei.
Te admiré pisando el suelo, por Hollywood en el Mercedes negro.
Ya me acostumbré a lo bueno, un buen reloj pa' que me marque el tiempo.
Y no, yo nunca he cambiado, solo la bolsa cambió.
Ya no hay malos tiempos, mañana ya sobra, adiós. Antes del dinero ya sabía que era cabrón, on, on.
En puro negocio bueno, desde morro soy de respeto, ni saben cómo me veo.
Pa' echar un taco cerramos el puesto, se ve un buen macaroni en la mesa, puro jefe.
Besos en la empresa que me da donde empecé y vamos pa' arriba sin importar el nivel, el, el.
Tradução em português
Trago o dinheiro para casa, o barqueiro perdeu a mim e aos meus amigos.
Trago a morra que eu quero, ela enche de fumaça por onde eu vou. Porque?
Todo mundo se pergunta se começou onde eu comecei, porque a maconha no barril quer comprar, quer a receita não escrita do bolo, a, a.
Não tenho mais sentimentos, com sete beijos fico sereno.
Muitas vezes desapareço e em Mazatlán apareço de repente.
Algo bom, pelo calçadão queimando o mel puro, pontinho de Califas, beijos pega e yei! E para voltar já tenho um pronto
PJ, sim, sim.
Admirei você pisando no chão, por Hollywood na Mercedes preta.
Já estou acostumado com coisas boas, um bom relógio para marcar o tempo.
E não, eu nunca mudei, só mudou o mercado de ações.
Não existem mais momentos ruins, amanhã chega, adeus. Antes do dinheiro eu já sabia que ele era um canalha, cara, cara.
Nos bons negócios, desde o início sou respeitado, nem sabem como sou.
Para comer um taco fechamos a barraca, dá para ver um bom macarrão na mesa, puro chefe.
Beijos na empresa que me dá onde comecei e vamos subindo independente do nível, do, do.