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Descrição
Compositor: Matheus Costa
Produtor: Eduardo Pepato
Compositor: Lucas Ing
Letra e tradução
Original
Essa história aqui, ó!
Com tantos bares pra beber, por que que ainda tô em casa?
Aqui esperando você, me ligar entediado.
De um rolê que não vingou, de um esquema que furou, cê mentir nem muda a cor quando me chama de amor.
Oh, oh, oh, carente.
Cê me usa, eu finjo inocência só pra te ter sempre.
Infelizmente, nunca foi diferente, mas já acostumei com seus erros por serem frequentes.
Sentir sua falta já é recorrente. O que eu posso fazer se o coração não acerta uma?
Quer quem só quer aventura, ignora os sinais, a cara dura, cara muda.
Quando alguém fala mal da sua postura, quando aparece alguém e te acusa: é filha da puta, mas é minha filha da puta, deixa eu. . . O que eu posso fazer se o coração não acerta uma?
Quer quem só quer aventura, ignora os sinais, a cara dura, cara muda.
Quando alguém fala mal da sua postura, quando aparece alguém e te acusa: é filha da puta, mas é minha filha da puta, deixa eu e as minhas loucuras. Oh, oh, oh.
Só eu que posso falar mal dela, ninguém fala, eu?
-Não pode, bebê. -O problema é meu!
Carente, cê me usa, eu finjo inocência só pra te ter sempre.
Infelizmente, nunca foi diferente, mas já acostumei com seus erros por serem frequentes.
Sentir sua falta já é recorrente.
O que eu posso fazer se o coração não acerta uma?
Quer quem só quer aventura, ignora os sinais, a cara dura, cara muda.
Quando alguém fala mal da sua postura, quando aparece alguém e te acusa: é filha da puta, mas é minha filha da puta, deixa eu. . .
O que eu posso fazer se o coração não acerta uma?
Quer quem só quer aventura, ignora os sinais, a cara dura, cara muda.
Quando alguém fala mal da sua postura, quando aparece alguém e te acusa: é filha da puta, mas é minha filha da puta, deixa eu e as minhas loucuras.
Oh, oh, oh.
Eu não tô pedindo ajuda. Oh, oh, oh.
Se o coração é meu, problema meu, se alguém usa.
Obrigado!
Tradução em português
Essa história aqui, ó!
Com tantos bares pra beber, por que ainda estou em casa?
Aqui esperando você, me ligue entediado.
De um papel que não vingou, de um esquema que furou, cê mentir nem muda a cor quando me chama de amor.
Ah, ah, ah, cuidado.
Cê me usa, eu finjo inocência só pra te ter sempre.
Infelizmente, nunca foi diferente, mas já costumei com seus erros por serem frequentes.
Sentir sua falta já é recorrente. O que eu posso fazer se o coração não acertar uma?
Quer quem só quer aventura, ignora os sinais, a cara dura, cara muda.
Quando alguém fala mal da sua postura, quando aparece alguém e você acusa: é filha da puta, mas é minha filha da puta, deixa eu. . . O que eu posso fazer se o coração não acertar uma?
Quer quem só quer aventura, ignora os sinais, a cara dura, cara muda.
Quando alguém fala mal da sua postura, quando aparece alguém e você acusa: é filha da puta, mas é minha filha da puta, deixa eu e as minhas loucuras. Ah, ah, ah.
Só eu que posso falar mal dela, ninguém fala, eu?
-Não pode, bebê. -O problema é meu!
Carente, cê me usa, eu finjo inocência só pra te ter sempre.
Infelizmente, nunca foi diferente, mas já costumei com seus erros por serem frequentes.
Sentir sua falta já é recorrente.
O que eu posso fazer se o coração não acertar uma?
Quer quem só quer aventura, ignora os sinais, a cara dura, cara muda.
Quando alguém fala mal da sua postura, quando aparece alguém e você acusa: é filha da puta, mas é minha filha da puta, deixa eu. . .
O que eu posso fazer se o coração não acertar uma?
Quer quem só quer aventura, ignora os sinais, a cara dura, cara muda.
Quando alguém fala mal da sua postura, quando aparece alguém e você acusa: é filha da puta, mas é minha filha da puta, deixa eu e as minhas loucuras.
Ah, ah, ah.
Eu não estou pedindo ajuda. Ah, ah, ah.
Se o coração é meu, problema meu, se alguém usa.
Obrigado!