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Capa da faixa Dora - Samba de Arerê - Ao Vivo

Dora - Samba de Arerê - Ao Vivo

6:34MPB, pagode, samba Álbum Mtv Ao Vivo Arlindo Cruz - Vol. 2 2009-04-18

Letra e tradução

Original

Ih, rá!
É na palma, é na palma, é na palma, é na palma, é na palma da mão.
Vamo lá, minha gente marcando contente na palma da mão.
E segurando a ponta, marcando de novo na palma da mão.
Já chegou.
MC, o fundador do Império Serrano.
-Vou chorar, meu bem. -Vou chorar.
-Vou chorar, meu bem. -Vou chorar.
-Eu já vou. -Embora.
-Com Deus e nós. -Embora.
-Eu vou aqui. -Agora.
-E depois é juiz. -Agora.
-Porque chegou. -A hora.
-Vou por aí. -Agora.
-Vou chorar, meu bem. -Vou chorar.
-Vou chorar, meu bem. -Vou chorar.
-Vou procurar. -Agora.
-Uma nega. -Agora.
-Que morou aonde, gente? -Agora.
-E que tem no nariz. -Agora.
-A mulher do meu filho. -Agora.
-E o nome dela. -É Glória.
O nome dela é Glória. Adora minha cincola.
Não toca bola, não bagunça o samba, cê não pode embora. Lá vem a viola, olha só como ela chora.
Aproveito pra apresentar no violão maestro Juninho Santos. Quem gostou faz barulho aê!
Nas cordas, Gegê do Cavaco, Márcio Hulk, Dudu Dias.
No coral, Aribispo e suas Cobrochas. Deborah Cruz, olha ela só.
Não chora, não chora.
-No sopro, Dicesau Leite. -Não chora.
Quebrando tudo lá na percussão,
Marechal, Azeitona, Rodrigo Brito, Thiago Papai,
Nene Brown e Marcelo Morena.
Quebra, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra.
Quebra tudo, quebra tudo, quebra tudo, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra.
Aí eu pergunto o seguinte: tem alguém cansado aí?
-Não. -Tem alguém enferrujado aí?
-Não.
-Então me mostra que eu quero ver até embaixo o bagulho, até embaixo, vá.
Embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo. Ué.
Cês não entenderam a pergunta ou tão brincando comigo? Tem alguém cansado aí?
-Não. -Tem alguém enferrujado aí?
-Não.
-Então me mostra que eu quero ver até embaixo, gente, vá.
Embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo.
Em cima, em cima, em cima, em cima, em cima mais.
Embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo.
Em cima, em cima, em cima. Desceu, subiu comigo.
Vai embaixo, em cima, embaixo, em cima, embaixo, em cima, embaixo, em cima, embaixo.
Em cima, embaixo, em cima, embaixo, em cima, embaixo. Eu quero uma salva de palmas pra quem não está enferrujado.
Uma salva de palmas pra quem tá enferrujado também.
E é lógico, pra apresentar por final, maestro na regência, nos arranjos, ajudando na produção geral, o grande maestro João Paulo, faz barulho!
Agora eu pergunto o seguinte: vou chorar, meu bem.
-Vou chorar. -Pode ser mais alto. Vou chorar, meu bem.
-Vou chorar. -Vou chorar, meu bem.
-Vou chorar. -Eu já vou.
-Embora. -Com Deus e nós.
-Embora. -Vou aqui.
-Agora. -Depois é juiz.
-Agora. -Porque chegou.
-A hora. -Vou por aí.
-Agora. -Vou chorar, meu bem. Vou chorar, meu bem.
-Vou procurar. -Agora.
-Uma nega. -Agora.
Que morou aonde, gente? E que tem no nariz. Cuidado, hein?
A mulher do meu filho. E o nome dela qual é?
Ih, cachou.
-A polícia tomou. -Embora.
-Eu já vou. -Embora.
-Eu já fui. -Embora.
-Eu já vou. -Embora.
-Que morou. -Embora.
Eu que vou.
-Embora. -Eu te dou.
-Embora. -Que voltou.
-Embora. -Eu não vou.
-Embora. -Vamo, vamo, vamo, vamo, vamo, vamo, vamo!
Arlindo Cruz e Ronald Júnior e Chame de Moraes. Alô, meu compadre.
E em homenagem a todos os sambistas do Brasil.
Meu samba tem muito axé, quem vê vem dizer no pé.
Escuta o som do tantan, tem samba até de manhã. Pra curar o seu amor e a tristeza afastar.
Você que nunca sambou, se liga, tem que sambar. Meu samba é de Ararê, quem samba não quer parar.
Na hora do bambuê, meu samba é muito alturer.
Tem o dom de resolver.
Sai do chão. Ê, ê, meu povo canta. Ê, ê, meu samba é assim.
Amor você pode tomar, mas deixa um pouquinho pra mim.
Ê, ê, meu povo canta. Ararê, o meu samba é assim.
Amor você pode tomar, mas deixa um pouquinho pra mim.
Quem gostou faz barulho!

Tradução em português

Ih, rá!
É na palma, é na palma, é na palma, é na palma, é na palma da mão.
Vamo lá, minha gente marcando contente na palma da mão.
E segurando a ponta, marcando de novo na palma da mão.
Já chegou.
MC, o fundador do Império Serrano.
-Você chora, meu bem. -Você chora.
-Você chora, meu bem. -Você chora.
-Eu já vou. -Embora.
-Com Deus e nós. -Embora.
-Eu vou aqui. -Agora.
-E depois é juiz. -Agora.
-Porque chegou. -Uma hora.
-Você por aí. -Agora.
-Você chora, meu bem. -Você chora.
-Você chora, meu bem. -Você chora.
-Vou procurar. -Agora.
-Uma nega. -Agora.
-Que morou aonde, gente? -Agora.
-E que tem no nariz. -Agora.
-A mulher do meu filho. -Agora.
-E o nome dela. -É Glória.
O nome dela é Glória. Adora minha cincola.
Não toca bola, não bagunça o samba, cê não pode embora. Lá vem a viola, olha só como ela chora.
Aproveito pra apresentar no violão maestro Juninho Santos. Quem gostou faz barulho aê!
Nas cordas, Gegê do Cavaco, Márcio Hulk, Dudu Dias.
No coral, Aribispo e suas Cobrochas. Deborah Cruz, olha ela só.
Não chora, não chora.
-Não sopro, Dicesau Leite. -Não chora.
Quebrando tudo lá na percussão,
Marechal, Azeitona, Rodrigo Brito, Thiago Papai,
Nene Brown e Marcelo Morena.
Quebra, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra.
Quebra tudo, quebra tudo, quebra tudo, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra, quebra.
Aí eu perguntei o seguinte: tem alguém cansado aí?
-Não. -Tem alguém enferrujado aí?
-Não.
-Então me mostra que eu quero ver até embaixo do bagulho, até embaixo, vá.
Embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo. Ué.
Cês não entendi a pergunta ou estou brincando comigo? Tem alguém cansado aí?
-Não. -Tem alguém enferrujado aí?
-Não.
-Então me mostra que eu quero ver até embaixo, gente, vá.
Embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo.
Em cima, em cima, em cima, em cima, em cima mais.
Embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo, embaixo.
Em cima, em cima, em cima. Desceu, levantou-se comigo.
Vai embaixo, em cima, embaixo, em cima, embaixo, em cima, embaixo, em cima, embaixo.
Em cima, embaixo, em cima, embaixo, em cima, embaixo. Eu quero uma salvação de palmas pra quem não está enferrujado.
Uma salva de palmas pra quem tá enferrujado também.
E é lógico, pra apresentar por final, maestro na regência, nos arranjos, ajudando na produção geral, o grande maestro João Paulo, faz barulho!
Agora eu pergunto o seguinte: vou chorar, meu bem.
-Você chora. -Pode ser mais alto. Vou chorar, meu bem.
-Você chora. -Você chora, meu bem.
-Você chora. -Eu já vou.
-Embora. -Com Deus e nós.
-Embora. -Você está aqui.
-Agora. -Depois é juiz.
-Agora. -Porque chegou.
-Uma hora. -Você por aí.
-Agora. -Você chora, meu bem. Vou chorar, meu bem.
-Vou procurar. -Agora.
-Uma nega. -Agora.
Que morou aonde, gente? E que tem no nariz. Cuidado, hein?
A mulher do meu filho. E o nome dela qual é?
Ih, cachou.
-A polícia tomou. -Embora.
-Eu já vou. -Embora.
-Eu já fui. -Embora.
-Eu já vou. -Embora.
-Que morou. -Embora.
Eu que você.
-Embora. -Eu te dou.
-Embora. -Que voltou.
-Embora. -Eu não vou.
-Embora. -Vamo, vamo, vamo, vamo, vamo, vamo, vamo!
Arlindo Cruz e Ronald Júnior e Chame de Moraes. Alô, meu compadre.
E em homenagem a todos os sambistas do Brasil.
Meu samba tem muito axé, quem vê vem dizer no pé.
Escuta o som do tantan, tem samba até de manhã. Pra curar o seu amor e a tristeza salvar.
Você que nunca sambou, se liga, tem que sambar. Meu samba é de Ararê, quem samba não quer parar.
Na hora do bambuê, meu samba é muito alturer.
Tem o domínio do resolvedor.
Sai do chão. Ê, ê, meu povo canta. Ê, ê, meu samba é assim.
Amor você pode tomar, mas deixa um pouquinho pra mim.
Ê, ê, meu povo canta. Ararê, o meu samba é assim.
Amor você pode tomar, mas deixa um pouquinho pra mim.
Quem gostou faz barulho!

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