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Mão Fina (Versão 2) - Ao Vivo

3:47hip-hop brasileiro, rock brasileiro, MPB, pagode, samba Álbum Mtv Ao Vivo Arlindo Cruz - Vol. 2 2009-04-18

Letra e tradução

Original

Esse bicho aqui, ó, dá pra rimar sobre tudo, sobre rap, samba, passado, futuro, sobre amor ou até sobre maldade. Olha esse aqui, eu vou falar é de saudade.
Antecipamos, porque eu tô aqui, D2, Arlindo Cruz, ao vivo no MTV!
Que beleza! É na palma da mão. Vamo lá. Tchá, tcha.
Fala mão fina, êta mão ligeira, diplomado na esquina e malandro de primeira.
Se fosse trabalhador, salvava a nação inteira. Seria operário patrão da indústria brasileira. Então fala mão fina.
Fala mão fina, êta mão ligeira, diplomado na esquina e malandro de primeira. Se fosse trabalhador, salvava a nação inteira.
Seria operário patrão da indústria brasileira. Deixa comigo então.
E no jogo de ronda, sempre tiro onda.
Puxando um galho que ninguém acerta, é o rei do baralho, a mão mais esperta, o melhor jogador. Mas se fosse trabalhador, teria outra carreira.
Seria operário patrão, na onde? Da indústria brasileira. É.
Tremendo mão leve, que sempre se atreve e mete a forquilha no meio da pista, dispensa quadrilha.
Diz que ser conquistador é encantador.
Mas se fosse trabalhador, em vez de bater carteira, seria operário patrão. Diz aí. Da indústria brasileira.
Então fala mão fina.
Fala mão fina, êta mão ligeira, diplomado na esquina e malandro de primeira. Se fosse trabalhador, salvava a nação inteira.
Seria operário patrão da indústria brasileira. Então, então.
Moleque malandro, não perde o tom. No touro de chacara é a Louis Vuitton.
Na mesa de ronda, ele era o bom. No meio da pista não tinha perdão. Olha lá!
Moleque semente, só ia na certa. No jogo de furrinha, a mão mais esperta. Tu tá de bobeira?
Ele dá leve, então não deixava a bolsa aberta.
Mão fina, formado em faculdade meia de esquina, é PhD da mão ligeira. Dispensa quadrilha, mão fina é parceira. Ah.
Mão fina, não tinha família, não tinha dor.
Carrega sozinha a sua dor, mas tá sempre marcando em cima. Fala mão fina. Fala mão fina. Êta mão. Êta mão ligeira. Sim.
Diplomado na esquina e malandro de primeira.
Se fosse trabalhador, salvava a nação inteira. Seria operário patrão da indústria brasileira. Seria.
Seria operário patrão da indústria brasileira. Seria.
Seria operário patrão da indústria brasileira. E hoje, vai você.
Se ele tivesse um ninho e muito carinho da família inteira. Seria operário patrão da indústria brasileira.
Seria operário patrão. . . Fala de você, cumpadi. Tamo contigo, hein?
Se ele tivesse acesso à ordem e progresso da nossa bandeira. O que é?
Seria operário patrão da indústria brasileira.
Seria operário patrão da indústria brasileira.
Vamo fazer barulho!
Agora sim, isso é samba de roda, hein?

Tradução em português

Esse bicho aqui, ó, dá pra rimar sobre tudo, sobre rap, samba, passado, futuro, sobre amor ou até sobre maldade. Olha esse aqui, eu vou falar é de saudade.
Antecipamos, porque eu tô aqui, D2, Arlindo Cruz, ao vivo no MTV!
Que beleza! É na palma da mão. Vamos lá. Tchá, tcha.
Fala mão fina, éta mão ligeira, diplomada na esquina e malandro de primeira.
Se fosse trabalhador, salvasse a nação inteira. Seria operário patrão da indústria brasileira. Então fala mão fina.
Fala mão fina, éta mão ligeira, diplomada na esquina e malandro de primeira. Se fosse trabalhador, salvasse a nação inteira.
Seria operário patrão da indústria brasileira. Deixa comigo então.
E no jogo de ronda, sempre tiro onda.
Puxando um galho que ninguém acerta, é o rei do baralho, a mão mais esperta, o melhor jogador. Mas se fosse trabalhador, teria outra carreira.
Seria operário patrão, na onde? Da indústria brasileira. É.
Tremendo mão leve, que sempre se atreve e mete a forquilha no meio da pista, dispensa quadrilha.
Diz que ser conquistador é encantador.
Mas se fosse trabalhador, em vez de bater carteira, seria operário patrão. Diz aí. Da indústria brasileira.
Então fala mão fina.
Fala mão fina, éta mão ligeira, diplomada na esquina e malandro de primeira. Se fosse trabalhador, salvasse a nação inteira.
Seria operário patrão da indústria brasileira. Então, então.
Moleque malandro, não perde o tom. No tour de chácara é uma Louis Vuitton.
Na mesa de ronda, ele era o bom. No meio da pista não tinha perdão. Olha lá!
Moleque semente, só eu tenho certeza. No jogo de furrinha, a mão mais esperada. Tu tá de bobeira?
Ele dá leve, então não deixava a bolsa aberta.
Mão fina, formada em faculdade meia de esquina, é PhD da mão ligeira. Dispensa quadrilha, mão fina é parceira. Ah.
Mão fina, não tinha família, não tinha dor.
Carrega sozinha a sua dor, mas tá sempre marcando em cima. Fala fina mão. Fala fina mão. Eta mão. É uma mão ligeira. Sim.
Diplomado na esquina e malandro de primeira.
Se fosse trabalhador, salvasse a nação inteira. Seria operário patrão da indústria brasileira. Seria.
Seria operário patrão da indústria brasileira. Seria.
Seria operário patrão da indústria brasileira. E hoje, vai você.
Se ele tivesse um ninho e muito carinho da família inteira. Seria operário patrão da indústria brasileira.
Seria operário patrão. . . Fala de você, cumpadi. Tamo contigo, hein?
Se ele teve acesso à ordem e ao progresso da nossa bandeira. O que é?
Seria operário patrão da indústria brasileira.
Seria operário patrão da indústria brasileira.
Vamos fazer barulho!
Agora sim, isso é samba de roda, hein?

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