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Descrição
Há algo nisso que lembra a preguiça do verão e a loucura das ruas - quando o sol derrete o asfalto e alguém canta sob a varanda, não sei se uma oração ou uma maldição. Tudo parece simples: cerveja, comprimidos, conversas sobre o eterno entre duas paradas. Mas nessas palavras paira um calor que não cede nem mesmo à noite. Aquela mesma, que dá vertigem e um pouco de medo - porque tudo é vivo, brilhante e condenado ao mesmo tempo. Cheira a suor, laranjas e algo perigoso. E como se fosse justamente por isso que dá vontade de ficar mais um minuto, até que venham buscar a manhã.
Letra e tradução
Original
Quiero ver que pasa tarde abajito del balcón.
Quiero llevar el cañón, quiero llevar el cañón.
Quiero ver que pasa tarde abajito del balcón.
Si no quieres, así te vale y yo haré la venta a Dios.
Caminito de la playa, unas piedras y unas velas.
La vida es solo un relato que se come entre tus piernas.
Caminito de la playa, toca puerta de tu amante que se come entre las dos su pelota de futbol.
Tradução em português
Quero ver o que acontece tarde abaixo da varanda.
Quero carregar o canhão, quero carregar o canhão.
Quero ver o que acontece tarde abaixo da varanda.
Se não quiser, isso é com você e eu faço a venda para Deus.
Pequeno caminho para a praia, algumas pedras e algumas velas.
A vida é apenas uma história que corrói entre as pernas.
No caminho para a praia, bata na porta do seu amante, que come a bola de futebol juntos.