Descrição
Às vezes, o amor é como um incêndio que se apaga com gasolina - com teimosia, com a fé de que ainda é possível salvar tudo. Mas depois só restam as paredes, nas quais ecoa o que não foi dito. Onde antes havia “nós”, agora há apenas cansaço e o hábito de se agarrar aos escombros.
E, no entanto, há algo estranhamente belo nessa dor - como em um rosto, onde cada ruga guarda a prova de que não deixamos de sentir. Apenas aprendemos a viver no frio, sem esperar pelo calor.
Letra e tradução
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