Descrição
Dois, noite, e aquele momento em que o bom senso já dorme, mas a pele ainda se lembra do que significa desejar. O ar é denso como melado, as frases são curtas, a respiração é entrecortada, e na cabeça só há uma coisa: “não vá embora”. Tudo parece simples - atrai, sacode, gira. Mas em algum lugar entre “fica” e “não posso” vive toda a magia - ilógica, como duas mãos em uma cintura às duas da manhã. E mesmo que não seja amor, mas apenas química na expiração, é verdadeira - sem planos, sem sentido, sem café da manhã.
Letra e tradução
Original
No tiene sentido.
Te veo, no te olvido.
Y de mi mente no te vas, no te vas.
Llegas a mi casa, dos de la mañana.
Y tú de aquí, baby, no te vas, no te vas.
Te acercas, yo te arcado.
Ven pa'cá, que. . .
Yo quiero lo que tú quieras, que me agarres fuerte 'e las caderas.
Yo no sé por qué te frenas, ah, ah. Que todo pasa aquí, que nadie se entera. Si no te tengo, eso me desespera.
Y yo no entiendo por qué tú te frenas, ah, ah.
Sí que me quieres.
By the way you put it down, yeah, baby. Aunque lo niegues.
Baby, you, you.
Baby, you always come back 'round. Even if I'm not around. Ah, ah.
Ah, no, ah.
Mmm. Yo quiero lo que tú quieras, que me agarres fuerte las caderas.
Yo no sé por qué te frenas, ah, -ah. -Yo no sé por qué te frenas.
Que todo pasa aquí, que nadie se entera. Si no te tengo, eso me desespera.
Y yo no -entiendo por qué tú te frenas, ah, ah.
-Ah, ah, ah, ah.
No tiene sentido.
Te veo, no te olvido.
Y de mi mente no te vas, no te vas.
Llegas a mi casa, dos de la mañana.
Y tú de aquí, baby, no te vas, no te vas.
Te acercas, yo te arcado.
Ven pa'cá, que. . .
Yo quiero lo que tú quieras, que me agarres fuerte las caderas.
Yo no sé por qué te frenas, ah, -ah. -Ah, ah.
Que todo pasa aquí, que nadie se entera. Si no te tengo, eso me desespera.
Y yo no entiendo por qué tú te frenas, ah, ah.
-Ah, ah, ah, ah.
-Oh, yeah, yeah.
Oh, ah.
Tradução em português
Não faz sentido.
Eu te vejo, não te esqueço.
E você não sai da minha mente, você não sai.
Você chega na minha casa, duas da manhã.
E você daqui, amor, você não vai embora, você não vai embora.
Você chega mais perto, eu vou te arquear.
Venha aqui, o que. . .
Eu quero o que você quer, que você segure meus quadris com força.
Eu não sei por que você para, ah, ah. Que tudo acontece aqui, que ninguém descobre. Se eu não tiver você, isso me deixa desesperado.
E eu não entendo por que você para, ah, ah.
Sim, você me ama.
A propósito, você colocou isso no chão, sim, querido. Mesmo que você negue.
Querido, você, você.
Querida, você sempre volta. Mesmo que eu não esteja por perto. Ah, ah.
Ah, não, ah.
Hum. Eu quero o que você quer, que você segure meus quadris com força.
Não sei por que você para, ah, -ah. -Não sei por que você para.
Que tudo acontece aqui, que ninguém descobre. Se eu não tiver você, isso me deixa desesperado.
E eu não entendo por que você se contém, ah, ah.
-Ah, ah, ah, ah.
Não faz sentido.
Eu te vejo, não te esqueço.
E você não sai da minha mente, você não sai.
Você chega na minha casa, duas da manhã.
E você daqui, amor, você não vai embora, você não vai embora.
Você chega mais perto, eu vou te arquear.
Venha aqui, o que. . .
Eu quero o que você quer, que você segure meus quadris com força.
Não sei por que você para, ah, -ah. -Ah, ah.
Que tudo acontece aqui, que ninguém descobre. Se eu não tiver você, isso me deixa desesperado.
E eu não entendo por que você para, ah, ah.
-Ah, ah, ah, ah.
-Ah, sim, sim.
Ah, ah.