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Descrição
As palavras da canção parecem ter sido reunidas a partir de ausências. Como o frio sem o inverno, como um bolo sem velas - tudo o que é familiar de repente perde seus fundamentos, torna-se vazio e estranhamente delicado. Não é nem mesmo tristeza, mas o silêncio após a tempestade, quando o ar ainda cheira a chuva, mas já está clareando. Em cada comparação - uma leve pontada: o amor é tão profundo que apaga os contornos, e o antigo “eu” se dissolve como açúcar no café.
Tudo soa como a trilha sonora de um estado em que o mundo parece lento e suave, e dentro de você cresce a pergunta: quem é agora essa pessoa que olha através dos seus olhos? E isso não dói, mas é um pouco assustador, como estar à beira de uma nova margem.
Letra e tradução
Original
Como un invierno sin frío, como un domingo sin pena
Como Madrid sin ruido, como un vivir sin secuelas
Como un otoño sin hojas, una tarta sin velas
Como un recuerdo vacío en una sala de espera
Como un verano sin gente
Como una flor sin primavera
Como una urgencia no urgente
No estar dentro ni fuera
Porque ya no sé, ya no sé quién fui
Ya no sé quién era antes de estar contigo
Todo sabe a ti, me dejo llevar
Me quiero morir cuando me miras de esa forma
Cuando tu boca me nombra
Porque ya no sé, ya no sé quién fui
Como un turista sin mapa, como un camino sin piedras
Como una vida sin sueños, una cárcel sin rejas
Como anestesia en el alma, como una calma que abrevia
Como un retrato sin rostro, como una ida sin vuelta
Porque ya no sé, ya no sé quién fui
Ya no sé quién era antes de estar contigo
Todo sabe a ti, me dejo llevar
Me quiero morir cuando me miras de esa forma
Cuando tu boca me nombra
Porque ya no sé, ya no sé quién fui
Porque ya no sé, ya no sé quién fui
Ya no sé quién era antes de estar contigo
Todo sabe a ti, me dejo llevar
Me quiero morir cuando me miras de esa forma
Cuando tu boca me nombra
Porque ya no sé, ya no sé quién fui
Tradução em português
Como um inverno sem frio, como um domingo sem dor
Como Madrid sem barulho, como viver sem consequências
Como um outono sem folhas, um bolo sem velas
Como uma memória vazia numa sala de espera
Como um verão sem pessoas
Como uma flor sem primavera
Como uma emergência não urgente
Não estar dentro ou fora
Porque já não sei, já não sei quem eu era
Já não sei quem eu era antes de estar com você
Tudo tem gosto de você, eu me deixo levar
Eu quero morrer quando você me olha desse jeito
Quando sua boca me nomeia
Porque já não sei, já não sei quem eu era
Como um turista sem mapa, como um caminho sem pedras
Como uma vida sem sonhos, uma prisão sem grades
Como anestesia na alma, como calma que abrevia
Como um retrato sem rosto, como uma viagem sem volta
Porque já não sei, já não sei quem eu era
Já não sei quem eu era antes de estar com você
Tudo tem gosto de você, eu me deixo levar
Eu quero morrer quando você me olha desse jeito
Quando sua boca me nomeia
Porque já não sei, já não sei quem eu era
Porque já não sei, já não sei quem eu era
Já não sei quem eu era antes de estar com você
Tudo tem gosto de você, eu me deixo levar
Eu quero morrer quando você me olha desse jeito
Quando sua boca me nomeia
Porque já não sei, já não sei quem eu era