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Descrição
Compositor, vocalista, autor: Mala Rodriguez
Produtor: Andrés Campo
Autor, compositor: René David Cano Ríos (Bulnen)
Compositor: Juan David Molina (Tuny D)
Autor: Andrea Dury
Autor: Eudis Ruiz
Letra e tradução
Original
Una cascabel no me deja de joder.
Me busca, sí encuentra, no sale así entra. Veneno y yo miedo. Uh, uh, yeah.
Cansada de la calle.
Ahora solo quiero amor de verdad. Ay, por favor, no me falles.
Prefiero no volver a empezar. Cansada de la calle.
Ahora solo quiero amor de verdad. Ay, por favor, no me falles.
Prefiero no volver a empezar.
Cansada del pogo, del desacato, de tanto gato bonito, de tantas citas que saben a poco, de tanto juego que acaban en na', de tanta foto, de tanto hablar, de tanto toca, de tanta vuelta en la moto como dos locos, sin casco, sin cuarto, sin coco, sin tener nunca donde ya parar.
Esos silencios a hora temprana, despedida arriesgada. Después de tanta saliva, explicaciones no sirven de na'.
No recibe mis llamadas y yo sigo mojada. Volveré a ese lugar y haré otra salvada.
Una más, no pasa na'.
Antes de dar una vueltita y olvidar lo que fue perfecto sin decirnos hasta ahorita. No sé si estoy prepará, pero acepto una jugada.
Amor y odio es lo que da. Amor y odio es lo que quita. Nadie quiere la verdad.
Preferimos la bendita. ¿Hasta cuándo durará?
No te esperes, que es bien bonita la ilusión de tener algo que desaparecerá. Volveré a ese lugar y haré otra salvada.
Sin sangre en las venas me volví más buena. No digo más nada, que luego eso quema.
Canciones, poemas y lunas llenas. Mi mamá me dijo: "No corras, que luego se olvidan de ti".
El silencio se apodera de mi forma de vivir. Cansada de la calle.
Tradução em português
Um chocalho não para de me incomodar.
Ele me procura, ele me encontra, ele não sai por aqui, ele entra. Veneno e eu temo. Sim, sim.
Cansado da rua.
Agora eu só quero amor verdadeiro. Ah, por favor, não me falhe.
Prefiro não recomeçar. Cansado da rua.
Agora eu só quero amor verdadeiro. Ah, por favor, não me falhe.
Prefiro não recomeçar.
Cansado do pogo, do desrespeito, de tantos gatos lindos, de tantos encontros que não valem nada, de tanta brincadeira que acaba em nada, de tantas fotos, de tanta conversa, de tanto toque, de tantos passeios de moto como dois malucos, sem capacete, sem quarto, sem coco, sem nunca ter onde parar.
Aqueles silêncios de madrugada, uma despedida arriscada. Depois de tanta saliva, as explicações não adiantam.
Ele não recebe minhas ligações e ainda estou molhada. Vou voltar para aquele lugar e fazer outro salvamento.
Mais um, nada acontece.
Antes de dar um passeio e esquecer o que era perfeito sem nos avisar até agora. Não sei se estou pronto, mas aceito uma mudança.
Amor e ódio é o que dá. Amor e ódio é o que tira. Ninguém quer a verdade.
Preferimos o abençoado. Quanto tempo isso vai durar?
Não espere, a ilusão de ter algo que vai desaparecer é muito gostosa. Vou voltar para aquele lugar e fazer outro salvamento.
Sem sangue nas veias fiquei melhor. Não falo mais nada, porque aí queima.
Canções, poemas e luas cheias. Minha mãe me disse: “Não corra, eles vão esquecer de você mais tarde”.
O silêncio toma conta do meu modo de viver. Cansado da rua.