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NADIE MÁS!

2:52melodic bass Álbum PANDORA 2025-09-26

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Descrição

Através da fumaça e dos estroboscópios, surge uma confissão estranha - o ritmo da boate bate nas veias, e por dentro parece que fragmentos de velhas promessas se espalham. Aqui não há estranhos, apenas dois, trancados em seu próprio aquário, onde o ar cheira a comprimidos e coisas não ditas. Ela é como um flash de luz neon, ele é como uma vitrine que você olhou por muito tempo.

Nessa música, a pista de dança se torna um confessionário, e o refrão - uma fechadura na porta. Doce cansaço, raiva nervosa, frases ditas por despeito e a tentativa de escapar de uma dependência pegajosa. Mas por trás de cada linha - o desejo de acordar longe, à beira-mar, onde ninguém quebra o silêncio e onde a luz não ofusca os olhos.

Letra e tradução

Original

Nadie más puede entrar.

Nadie más puede entrar.

Nadie más puede entrar.

Suena la música dentro del club. No hay nadie afuera, solo estamos tú y yo.

Bajo la luz, grita intentando cambiar mi opinión, buscando el nombre que le reemplazó su corazón.

Tiene mi cruz.

Los ojitos de llorar, las pupilas dilatadas.

No me quiere soltar, nadie más puede entrar. Nadie más puede entrar.

Me quería en su vitrina, me quería consumida.

La vida de fluoxetina me subía los tuits. Mensajes de madrugada y otro ataque en el salón.

Diez de pan por la mañana pa' no perder la razón. Que soy mala, una puta, unida por la ambición.

Soy la mala, mala, mala por romper el corazón.

No, no me esperes hasta la noche encerrada.

En lo oscuro me vienen más flashes que me, que me alertan.

Los ojitos de llorar, las pupilas dilatadas.

No me quiere soltar, nadie más puede entrar.

Intenté cortar de golpe, apuré cada calada.

No me quiere soltar, nadie más puede entrar. Nadie más puede entrar.

Quiero despertar en un sitio muy lejos, cerquita del mar, nada que rompa el silencio.

Tradução em português

Ninguém mais pode entrar.

Ninguém mais pode entrar.

Ninguém mais pode entrar.

A música toca dentro do clube. Não há ninguém lá fora, somos só você e eu.

Sob a luz, ele grita, tentando mudar minha opinião, buscando o nome que substituiu seu coração.

Ele tem minha cruz.

Olhinhos chorando, pupilas dilatadas.

Ele não quer me deixar ir, ninguém mais pode entrar. Ninguém mais pode entrar.

Ele me queria em sua vitrine, me queria consumido.

A vida da fluoxetina carregou meus tweets. Mensagens de madrugada e outro ataque na sala.

Dez pelo pão da manhã para não perder a cabeça. Que sou má, uma puta, unida pela ambição.

Eu sou o mau, o mau, o mau por partir o coração.

Não, não espere por mim até a noite terminar.

No escuro, chegam até mim mais flashes do que eu, que me alertam.

Olhinhos chorando, pupilas dilatadas.

Ele não quer me deixar ir, ninguém mais pode entrar.

Tentei cortar reto, dei cada tragada.

Ele não quer me deixar ir, ninguém mais pode entrar. Ninguém mais pode entrar.

Quero acordar num lugar bem longe, perto do mar, nada que quebre o silêncio.

Assistir ao vídeo Carmen Lillo, CCF - NADIE MÁS!

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