Descrição
As vozes aqui soam como se, dentro de uma casa antiga, tivessem aberto repentinamente uma janela: a corrente de ar trouxe consigo um cheiro de umidade, e o silêncio se encheu de algo inquietante e vivo. A música é simples, mas se prolonga como a fumaça de uma vela - nem luz, nem escuridão, mas aquele estado instável em que não se tem forças para chorar e não se consegue rir.
Cada linha é como uma cicatriz, mas sem o drama da ruptura - apenas uma realidade com a qual há muito se aprendeu a conviver. E, no entanto, nessa viscosidade sombria, ouve-se um pedido: não se afaste, não me deixe entre olhos estranhos e mãos vazias. A tristeza se transforma em um ornamento, no qual a melancolia não destrói, mas, pelo contrário, se torna uma decoração.
Letra e música: Fatma Aydogan
Arranjo: Ahmet Kalabay
Mixagem: Derin Bayhan
Masterização: Özgür Yurtoglu
Cordas e percussão: Onur Nar
Bateria: Gençay Kıymaz
Trombone: Burak Dursun
Produção: Rint
Letra e tradução
Original
Beni görüp yüzün öte döndürme.
Bitmek bilmez kapkaranlık beklerim seherde.
Ne ağlayıp ne gülecek halim var.
Yaralarım türlü türlü zarım var.
Bülbül figan eder günleri karşı.
Gel gel beni aldatma.
Ellere karşı, ellere karşı.
Çalasam, aksam, yalını söylesem, sussam.
Bir cefa gördü özüm, ağlasam, sussam.
Çalasam, aksam, yalını söylesem, sussam.
Bir cefa gördü özüm, ağlasam, sussam.
Ağlasam, sussam.
Ağlasam, sussam
Tradução em português
Não me veja e se afaste.
Espero pela escuridão sem fim pela manhã.
Não tenho forças para chorar ou rir.
Tenho feridas e todos os tipos de membranas.
O rouxinol clama contra os dias.
Vamos, não me engane.
Contra as mãos, contra as mãos.
Se eu toco, canto, falo claramente e fico em silêncio.
Meu núcleo sofreu muito, mesmo que eu chore ou fique em silêncio.
Se eu toco, canto, falo claramente e fico em silêncio.
Meu núcleo sofreu muito, mesmo que eu chore ou fique em silêncio.
Se eu chorar, se ficar em silêncio.
Se eu chorar, se eu ficar em silêncio