Mais músicas de Chino Pacas
Mais músicas de Neton Vega
Descrição
Artista Principal: Chino Pacas
Artista Principal: Neton Vega
Produtor: Turo Pacas
Produtor: Miguel Armenta
Compositor Letrista: Cristian Humberto Avila Vega
Compositor Letrista: José Alejandro Arroyo Morales
Compositor Letrista: Neton Vega
Letra e tradução
Original
Hey.
Flotando con flota y una parca que se asoma.
Un gallo que no canta, me lo chingo, no lo esconda. La gorra la traigo chueca y la mirada tonta.
Escucho murmuros, aparentes de la chota.
Se ven monos con capucha, un cinto, serán sombras. Pa' este lado no hay cuidado, eso ya no es broma.
Las gorras oscuras pa' salir siempre en la bola. Me ven pila si no hay pa' ellos y jalo a la sorda.
Yo sin marcas causo suspiros si por ahí me ven.
La morrita quiere un rato conmigo a solas, mi jesa tal vez. Ocupado en varios lados, ya ni sé.
Desmorena, pintado de negro el pellejo de aquel.
Pasa el tiempo, gastar verdes en fórmulas nuevas, se acabó el papel.
Cómo me llega la paca, así se fue.
Jálese, compa Turro. Jálese, mi compa Neto.
Y que truenen las pacas, compa Chino.
Ey, ey, ey. Ea.
Enemigo de las reglas, yo siempre le subo.
No me gustan, si me alcanzan, me brinco los muros. Solo hay una cosa que aunque me quite es seguro.
Placa en la callega, por eso no me apresuro. La moneda al aire, la que elige mi futuro.
Me he jalado de ese morro y ando en lo oscuro. Claro, vivo rápido, son horas en segundos.
Pa' que no se espanten si al panteón yo me les mudo.
Es mi suerte como una ruleta al azar, ¿qué hay que hacer?
Los carnales con la lata dejando la marca si hay nueva pared.
No se agüitan ni conocen lo que es.
No contemplo las malas rachas, eso que ni qué.
Me las quiten verguizas solito y sin prisa saben quién es quién.
Ahí nomás pa' que vayan a saber.
Y que sigan llegando las pacas a la verga.
Ahí nomás pa' que vayan a saber.
Tradução em português
Ei.
Flutuando com frota e um ceifador que aparece.
Galo que não canta, eu vou foder, não esconda. Tenho um boné torto e uma aparência estúpida.
Ouço murmúrios, aparentemente vindos da chota.
Você vê macacos com capuz, cinto, eles serão sombras. Não há cuidado deste lado, isso não é mais brincadeira.
Os bonés escuros para sair sempre na bola. Eles me veem em apuros se não houver ninguém para eles e eu puxo a garota surda.
Eu sem marcas causo suspiros se me verem ali.
A menina quer um tempo sozinha comigo, talvez com minha esposa. Ocupado em vários lugares, nem sei.
A pele do homem fica escura, pintada de preto.
O tempo passa, gastando dinheiro em novas fórmulas, acaba o papel.
Como o fardo chega, foi assim.
Vá se foder, amigo Turro. Vamos, meu amigo Neto.
E deixe os fardos trovejarem, amigo Chino.
Ei, ei, ei. Ei.
Inimigo das regras, eu sempre o crio.
Não gosto deles, se me alcançam, pulo muros. Só há uma coisa que, mesmo que me afaste, é certa.
Prato na rua, por isso não tenho pressa. O cara ou coroa, aquele que escolhe meu futuro.
Puxei aquele nariz e estou andando no escuro. Claro, eu vivo rápido, são horas em segundos.
Para que não tenham medo se eu os transferir para o panteão.
É a minha sorte como uma roleta aleatória, o que devo fazer?
Os carnais com a lata deixando a marca se houver muro novo.
Eles não se preocupam nem sabem o que é.
Não penso em sequências ruins, não é isso.
Eles tiram de mim sozinhos e sem pressa sabem quem é quem.
Só lá para que eles saibam.
E que os fardos continuem chegando ao quintal.
Só lá para que eles saibam.