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Descrição
Compositor: Wiktor Szczygieł
Letrista: Nika Jurczuk
Letra e tradução
Original
Голос вільготно розпєва, мене чекає одна рич. Вічно віруси поїмєла, тишина настає.
Грозні демони виходять, як дикі звірі в ночі.
Нема людей, нема надій, шепти звучать кругом мене. Близько вільготно помєла, кругом розглядаюся знов.
Місяць розказував мені вчора одвічних життя прав сорок в сорок.
Тут повіч мали билі, в небу звизком дивілі. В думках інше створили, в думках вельми щасливі билі.
Я чую душевний жар недоспанне ноче. Уявляй до тих рот кравий пах з тілеце.
Чую душевний жар недоспанне ноче. Уявляй до тих рот, як сам не вернешся.
Я чую душевний жар недоспанне ноче. Уявляй до тих рот кравий пах з тілеце.
Чую душевний жар недоспанне ноче. Уявляй до тих рот, як сам не вернешся.
Бігом і бігом, зутки всі кружаться кругом.
Життя порок, раптом дотлок, я розсипалася, як пісок.
Голоси в голові, в голові, в голові, розпоминають про жити дні.
Коль не було восьмь літ, безтурский піс, злості і підлий.
П'єм за тоє життє в тілу, його очевидності красі. Коль не було восьмь літ, то над часом його пливе.
П'єм за тоє життє манить, вабить, вибиває. А я за тобой тоже ла, міжна міти ся в чо мір.
А я до сих пор вєрила, смілости во мне буде.
А я за тобой тоже ла, міжна міти ся в чо мір. А я до сих пор вєрила, люкс мене не переробить.
Будь, будь, будь, будь ласка до ласки собою. В глибини втягай безсонний, сонце заходить.
Заповняю звуками рани, окутана успамінами.
Я чую душевний жар недоспанне ноче.
Уявляй до тих рот кравий пах з тілеце. Чую душевний жар недоспанне ноче.
Уявляй до тих рот, як сам не вернешся. Я чую душевний жар недоспанне ноче.
Уявляй до тих рот кравий пах з тілеце. Чую душевний жар недоспанне ноче.
Уявляй до тих рот, як сам не вернешся.
Tradução em português
A voz canta úmida, um rugido me espera. Os vírus morreram para sempre, o silêncio está chegando.
Demônios terríveis aparecem como feras durante a noite.
Não há pessoas, não há esperanças, sussurros soam ao meu redor. Quase molhado, olhei em volta novamente.
A lua me contou ontem sobre a vida eterna dos direitos de quarenta em quarenta.
Aqui eles estavam batendo e olharam para o céu com um som estridente. Eles criaram outra coisa em seus pensamentos, ficaram muito felizes em seus pensamentos.
Ouço o calor da alma na noite sem dormir. Imagine a virilha de uma vaca com um bezerro diante daquelas bocas.
Sinto o calor da alma numa noite sem dormir. Imagine para essas bocas, como você mesmo não retornará.
Ouço o calor da alma na noite sem dormir. Imagine a virilha de uma vaca com um bezerro diante daquelas bocas.
Sinto o calor da alma numa noite sem dormir. Imagine para essas bocas, como você mesmo não retornará.
Correndo e correndo, todos estão circulando em círculo.
A vida é um vício, de repente, desmoronei como areia.
Vozes na minha cabeça, na minha cabeça, na minha cabeça, me lembram dos dias que vivi.
Kol não tinha oito anos, era um cachorro beztursky, rancoroso e mesquinho.
Canto por essa vida no corpo, pela sua beleza óbvia. Se não se passaram oito anos, então flutua com o tempo.
Bebo para que a vida acene, seduza, nocauteie. E eu também te segui, até que ponto.
E ainda acreditei que teria coragem.
E eu também te segui, até que ponto. E ainda acreditava que o luxo não me transformaria.
Seja, seja, seja, por favor, seja você mesmo. Puxe os insones para as profundezas, o sol está se pondo.
Encho as feridas com sons, envolto em memórias.
Ouço o calor da alma na noite sem dormir.
Imagine a virilha de uma vaca com um bezerro diante daquelas bocas. Sinto o calor da alma numa noite sem dormir.
Imagine para essas bocas, como você mesmo não retornará. Ouço o calor da alma na noite sem dormir.
Imagine a virilha de uma vaca com um bezerro diante daquelas bocas. Sinto o calor da alma numa noite sem dormir.
Imagine para essas bocas, como você mesmo não retornará.